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Os esclarecimentos abaixo são referentes à "Motor - Sensores"

 
S.O.S. publicado em: 29/05/2005
Enviado por: Riverio Santiago Pires (Pirapora, MG)
Características do carro: Monza Barcelona 2.0 EFI, 1992, álcool

Dúvida: o meu veículo está gastando muito combustível. Além do mais, as vezes a luz da injeção acende. Mesmo após a troca do sensor de velocidade o problema persiste.

Resposta do consultor técnico Carlos Freire: Riverio, o problema acusado deve ser proveniente do circuito de ponto eletrônico-EST (código 42). Quando a marcha lenta fica abaixo de 450 RPM (na partida, 
por exemplo) a faísca nas velas é comandada pelo módulo HEI (dentro do distribuidor). Acima dessa rotação é o módulo ECM (centralina) quem comanda a faísca, através de informações vinda do módulo HEI. No seu caso, não basta apenas rastrear o sistema mas, sim, testar o funcionamento de sensor por sensor e tomando cuidado com mal contato no chicote, o qual poderá atrapalhar a análise do defeito. Só para servir como exemplo, sou proprietário de um Monza GLS 96. Há um certo tempo atrás ele estava consumindo muito combustível. Rastreamos o sistema e tudo indicava estar normal. Após testarmos os sensores, percebemos uma falha de funcionamento do sensor de borboleta. Com o carro em marcha lenta, o módulo ECM era informado que a borboleta estava aberta. Após a substituição do sensor de borboleta o inconveniente foi solucionado
s.

S.O.S. publicado em: 28/06/2002
Enviado por: Sérgio José Ongaratto Júnior (Governador Valadares, MG)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1995, gasolina

Dúvida: o sensor de velocidade (VSS) do meu veículo estragou e será necessário substitui-lo. O sensor existente hoje é um de 8 pulsos (cód. 90149078). Após visitar alguns sites, em um deles dizia que o sensor correto seria o de 10 pulsos (cód. :90149079).

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Sérgio, o respectivo sensor do seu carro está correto. O Monza fabricado até 1996 utiliza-se do sensor 90149078 de 8 pulsos, sendo que o sensor 90149079 é aplicado no Kadett.

S.O.S. publicado em: 11/04/2002
Enviado por: Elcio Lopes (Curitiba, PR)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0 MPFI, 1993, gasolina

Dúvida: repentinamente, o meu carro começou a "apagar" até que, em determinado momento, o motor não funcionou mais. Após algumas verificações, o meu mecânico desconectou o conector que vai para o sensor de fluxo de ar e, a partir daí, o motor voltou a funcionar. Após o veículo ser levado para reparos em uma concessionária, efetuou-se a troca do sensor de temperatura e a devida manutenção no sensor de fluxo de ar. Mesmo assim, após estes reparos, o motor não apresentou mais o defeito citado mas, em compensação, o mesmo passou a dar "socos" estando em baixa velocidade, além da marcha lenta estar instável. Segundo a concessionária, o sensor do fluxo de ar deverá ser trocado. Em virtude disto, existe alguma maneira de se medir este sensor para se ter um diagnóstico definitivo?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: como realizar o teste do medidor de fluxo de ar: com o ohmímetro, testar os resistores entre os bornes: bornes 8 e 5: valor de resistência: 340 /  450 ohms; bornes 7 e 5: valor de resistência: 60 / 1000 ohms. Procedimento: a) abrindo-se a palheta sensora lentamente, observar se não existe alguma interrupção. O valor de resistência varia aleatoriamente, sendo o valor máximo de resistência permitido de 1000 ohms. b) Com a palheta sensora na posição de repouso, o valor mínimo de resistência permitido é de 60 ohms. Bornes 9 e 5: valor de resistência: 500 / 760 ohms. Bornes 8 e 9: valor de resistência: 160 /  360 ohms.

Elcio, pelo teste acima, podemos constatar a situação do sensor. A injeção do seu carro é um sistema analógico e, sendo assim, ela não permite uma interface com sistemas digitais, motivo pelo qual não há outra forma de se diagnosticar senão testando cada sensor e, também, o chicote elétrico. O fato do mecânico ter desligado o conector do sensor de fluxo de ar não é motivo para condenar a peça. Para cada componente deste sistema há um teste específico e, aparentemente, alguns mecânicos não sabem disto. Em hipótese alguma a concessionária poderá fazer você comprar uma peça nesta incerteza e, em caso de uma compra indevida, ela deverá assumir o prejuízo.

S.O.S. publicado em: 28/06/2001
Enviado por: Márcio Moreira Vidal (Pirassununga, SP)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1995, álcool

Dúvida: gostaria de saber se é possível fazer uma adaptação de uma resistência, ou algo parecido, nos fios do sensor de temperatura do motor para que, quando o mesmo estiver frio, o sensor "engane" o módulo e diminuindo a marcha lenta, que é de 1200 RPM.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Márcio, isto até é possível, mas haverá consequências: a marcha lenta será ruim, visto que a mistura que o sistema enviará não é o adequada à real temperatura do motor; haverá uma drástica redução do desempenho, pois o sistema providenciara para que a mistura se torne pobre, de acordo com a maior temperatura informada; teremos dificuldade de partida a frio pois, além da mistura mais pobre, o sistema de injeção de gasolina não vai funcionar por entender que para a temperatura informada não é necessário. E outras consequências mais... Não aconselho!

S.O.S. publicado em: 18/01/2001
Enviado por: Luiz Edgard da Silva Defendi (Ribeirão Preto, SP)
Características do carro: Monza Club, 1994, álcool

Dúvida: quando o velocimetro marca 120, 140, 160, 180 km/h acende a luz do consumo, mesmo em quinta marcha.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: é muito provável que o seu carro esteja equipado com o sensor de velocidade errado. Veja bem: apesar de serem mecânicamente iguais, o sensor de velocidade do Kadett não serve no Monza e o do veiculo equipado com câmbio automático não serve no veículo equipado com câmbio manual.

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