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Os esclarecimentos abaixo são referentes à Preparação de Motores

 
S.O.S. publicado em: 17/10/2001
Enviado por: Emerson Roberto da Costa (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: seria possível a substituição da polia do motor por um modelo esportivo? Caso positivo, haveria uma melhora no rendimento do veículo?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Emerson, a polia esportiva (com ajuste) é utilizada quando se rebaixa muito o cabeçote e, em virtude disso, não seja mais possível o ajuste do sincronismo da correia dentada e sendo necessário a utilização da polia ajustável. Muitas vezes, ela é utilizada por preparadores de motores para alterar o momento de abertura e fechamento das válvulas (em comandos especiais). Com isso, pode-se obter maior potência, mas perdendo-se o torque do motor e vice-versa. Não vejo problemas na sua utilização, desde que se respeite as marcas do sincronismo original e, para se obter algum rendimento extra, será necessário um trabalho extra no motor, além da utilização da polia regulável.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Adeilton Fraga (Brasília, DF)
Características do carro: Monza SL/E 2.0 EFI, 1992, gasolina

Dúvida: é possível instalar o motor 2.0 16V do Vectra em meu veículo?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Adeilton, eu, particularmente, nunca ví tal adaptação mas, pelas características mecânicas, creio que seja perfeitamente possível. Mas vai esbarrar num grande problema: o custo, ou seja, a  aquisição do motor (que deverá ser completo, inclusive com o chicote e o módulo de injeção eletrônica). Vencido este "problema", a próxima etapa será encontrar um mecânico caprichoso o suficiente para lhe fazer um bom trabalho.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Wanderson Alves (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL 2.0 EFI, 1993, gasolina

Dúvida: tenho no meu Monza uma turbina Garret 60 e um escapamento de 2,5 polegadas. Existe alguma maneira de se livrar daquele barulho típíco do turbo (estilingada) quando o pé do acelerador é aliviado para se trocar uma marcha.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: tenho observado que sempre que se turbina um veículo os preparadores utilizam turbinas de pick-up. Na verdade, um motor de automóvel necessita de uma turbina menor, como é o caso do Audi A3 ou Passat. Só assim você conseguiria um melhor enchimento logo nas baixas rotações e proporcionando uma entrega de potência mais linear. Você poderá reduzir esta "estilingada" através de uma reprogramação do módulo de injeção e, também, da pressão da turbina. Trabalho este que deverá ser executado por uma oficina especializada. Em São Paulo, poderia lhe indicar a Afinauto, localizada na rua Augusta, 501, bairro da Consolação, tel. (0xx11) 258-3259, falar com os técnicos Milton ou Alvino.

S.O.S. publicado em: 28/06/2001
Enviado por: Wilson Dias Vieira (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza SL 1.8, 1991, gasolina

Dúvida: há algum tempo atrás fiz uma consulta a respeito de um desgaste exagerado do eixo do comando de válvula do meu carro. Desisti de tentar argumentar com o mecânico que fazia a manutenção, pois ele alegou que as peças eram e são de qualidade inferior, que a "gaiola" do comando estava empenada (não estava) e diversos outros argumentos fracos e sem embasamento técnico. Com isso, preferi não prolongar a discussão e mudar de profissional. Agora, gostaria de saber se é possivel colocar um comando mais "bravo" para melhorar a performace do carro e, se possivel, com alguma "receita" com o material necessário e os fornecedores.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Wilson, na prática, as coisas são assim mesmo, pois os ditos mecânicos não estão tecnicamente devidamente preparados para a manutenção dos veículos. Eu, particularmente, creio que a culpa seja por falta de regulamentação da profissão. Felizmente, o Sindirepa, juntamente com a ABNT, mecânicos e fabricantes de auto-peças, está elaborando a norma técnica que deverá regulamentar e selecionar melhor as atividades da oficina mecânica. Na verdade, a maior seleção vem do próprio carro que, atualmente, está adquirindo componentes cada vez mais sofisticados _se tornando verdadeiros computadores sobre rodas. Num rápido comparativo com o mercado norte-americano, o Brasil tem quase dez vezes mais oficinas para um mesmo número de veículos e percebo, também, que a grande maioria não possui condições de lidar com a atual tecnologia embarcada, o que me faz acreditar que, num prazo de aproximadamente cinco anos, 80% das oficinas tendem a fechar. Ainda bem pois, assim, teremos verdadeiros profissionais de reparação atuando e reduzindo grande parte dos inconvenientes que o usuário tem ainda hoje. Quanto ao comando de válvulas, você pode utilizar sim um mais "bravo". A receita vai depender do que se espera como resultado.

S.O.S. publicado em: 14/06/2001
Enviado por: Rodrigo Cardoso (Brasília, DF)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1995, gasolina

Dúvida: há possibilidade de se aumentar o desempenho do meu motor 2.0 EFI sem alterar as características originais. Já ouvi falar de vários métodos como turbo, rebaixar o cabeçote mas, o que mais me chamou atenção, foi a reprogramação do sistema de injeção. Seria esta a melhor forma para melhorar o rendimento sem mexer diretamente com o motor?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Rodrigo, existem muitas maneiras de se repotenciar um motor, mas tudo depende do que você espera como resultado, da utilização que pretende fazer e do montante disponível para o gasto. Com relação à reprogramação do módulo de injeção, é uma opção simples e facilmente retornável, com custo de aproximadamente R$ 500 e um acréscimo de potência em torno de 10%. Para se ter um carro ágil e de características esportivas, você pode tambem utilizar o câmbio do Kadett GSI, mais curto e com respostas mais rápidas, mas terá uma elevação de consumo e de ruídos internos devido à maior rotação do motor.

S.O.S. publicado em: 03/05/2001
Enviado por: Osmahir Pereira Rosa (Curitiba, PR)
Características do carro: Monza Club 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: é possível adaptar um escapamento esportivo, e qual o modelo indicado, no Monza. Isto melhoraria o ronco do motor?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Osmahir, um escapamento dimensionado bem elaborado pode lhe proporcionar um aumento de potência nas faixas de rotação mais elevadas para uma tocada mais esportiva e, também, o ronco característico mas, como consequência, haverá uma redução do torque nas baixas rotações. Eu não saberia lhe indicar uma marca específica pois, neste caso, costumo mandar fazer o coletor de escapamento no modelo 4x2 nas casas especializadas em preparação localizadas nas proximidades do autódromo de Interlagos, pois é no coletor que se consegue obter alguma potência. Quanto ao silencioso, procuramos aliviar somente para obter um ronco mais esportivo ou até mesmo trocar os canos por outro de maior diâmetro. Em sua cidade você deve encontrar nas proximidades do autódromo ou mesmo em casas especializadas em preparação.

S.O.S. publicado em: 19/04/2001
Enviado por: Antonio Estevam (Volta Redonda, RJ)
Características do carro: Monza SL 1.8 EFI, 1993, gasolina

Dúvida: o que determinados mecânicos fazem para "envenenar" o motor? As velas de quatro eletrodos influenciam na performance do veículo?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Antonio, para o trabalho de "envenenamento", ou seja, a otimização do motor, existem muitas receitas e tudo vai depender do resultado que você espera deste trabalho. O trabalho pode ser uma simples troca do comando de válvulas ou de um aumento na taxa de compressão como, também, de uma completa reconstrução do motor e de seus sistemas de alimentação, arrefecimento, ignição, etc. A vela de quatro eletrodos também é um dos ítens, mas ela tem como função melhorar a queima e não aumentar o torque ou a potência do motor.

S.O.S. publicado em: 05/01/2001
Enviado por: Márcio José Santos Veiga (Curitiba, PR)
Características do carro: Monza Hatch 1.6, 1983, álcool

Dúvida: meu carro, mesmo sendo equipado com um câmbio de cinco marchas, depois de alguns ajustes de ponto e no carburador, está atingindo velocidade máxima de 80 km/h mas, mesmo assim, ainda não estou satisfeito com o desempenho. Qual a melhor relação custo-beneficio para aumentar a potência? Estou pensando em turbiná-lo. Ou será que devo utilizar nitro?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Márcio, a velocidade atingida pelo seu veículo, após a regulagem, é praticamente a máxima que o mesmo pode oferecer dentro da originalidade. Qualquer coisa que você queira além disso, só mesmo envenenando o motor ou trocando-o por outro de maior capacidade cúbica, ou seja, de maior cilindrada. Observe que para envenenar seu motor será necessário que ele esteja em perfeitas condições. Do contrário, será necessário retificá-lo primeiro para não ter problemas de quebra. A turbina é uma boa opção e realmente pode lhe trazer um considerável incremento na potência e, consequentemente, maior velocidade final do seu veículo. Agora, nitrar, devido aos custos e problemas no seu armazenamento, é utilizado somente para melhorar as arrancadas. Mas você também pode estudar outras possibilidades mais em conta, como a instalação de um motor 2.0 a álcool, que eu particularmente recomendo, ou mesmo envenenar o seu.

S.O.S. publicado em: 05/01/2001
Enviado por: Fábio M. Araújo (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL/E 1.8, 1991, álcool

Dúvida: gostaria de saber o que devo fazer para aumentar a potência de meu Monza. Um turbo resolveria?  Quais seriam as outras opções sem o uso do turbo, mas sempre privilegiando a resistência. Sobre o câmbio, como faço para deixá-lo mais elástico? Em relação à suspensão, o que fazer para melhorar a estabilidade em curvas e em alta velocidade?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Fábio, sempre que se altera as características originais do veículo para um aumento de potência, você terá, como conseqüência, a redução da resistência do conjunto mecânico. Aliás, para poder suportar isso, seu motor teria que passar por uma retífica completa. A turbina, com certeza, poderia lhe proporcionar um considerável aumento de potência. Já a durabilidade do motor dependeria da pressão utilizada, assim como da forma de conduzir o veículo. Mas se mesmo assim você optar por instalar a turbina, pode-se utilizar uma pressão baixa, de aproximadamente 0,4 bar, para não comprometer tanto o motor. O câmbio depende do que pretende fazer com o veículo. Se for para manter o motor aspirado, pode-se utilizar o câmbio do Kadett GS que, por ser mais curto, deixaria o carro bem mais esperto. Mas, se for instalar um turbo, pode-se manter o câmbio original pois, com o aumento de potência, o carro já ficaria esperto. Quanto à suspensão, para melhorar as curvas de altas sem sacrificar o conforto, procure instalar amortecedores pressurizados da marca Koni e a adoção de rodas aro 14" com pneus de perfis baixo.

S.O.S. publicado em: 05/01/2001
Enviado por: Luiz Alberto (Rio Negro, PR)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0, 1990, gasolina

Dúvida: é possível alterar o carburador original por um Weber 40? O que isto significaria em rendimento e em consumo para o carro? Qual a sugestão para proporcionar um melhor rendimento, principalmente no tocante à retomada de velocidade? A substituição do comando original por um "Brabo" seria recomendável e a substituição do coletor de escapa por um dimensionado traria algum resultado. O polimento do cabeçote, como foi exposto em uma reportagem da revista "Oficina Mecânica", proporcionaria melhor aproveitamento do motor e mais economia de combustível. Já o bloco do motor 2.2 da Chevrolet (Ômega E S-10) poderia ser utilizado com o cabeçote do motor 2.0, carburado, sem grandes adaptações? No Monza, qual seriam os prós e contras?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: tudo o que foi mencionado é recomendável para se otimizar o enchimento volumétrico do motor tendo, como consequência, uma elevação na potência, assim como um aumento no consumo de combustível. Observe que não existe envenenamento capaz de reduzir o consumo do veículo e, também, não é possível a utilização do bloco do motor 2.2 com o cabeçote do Monza carburado. Para se reduzir o consumo seria necessário otimizar o motor através de um trabalho de equalização das câmaras (cabeçote) feitas em banco de fluxo.

S.O.S. publicado em: 15/12/2000
Enviado por: Luiz Constancio (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza Hi-Tech 2.0 EFI, 1994, gasolina

Dúvida: quero aumentar o torque em baixa do meu Monza. Para isso, estou pensando em trocar o chip da injeção por outro remapeado e trabalhar o corpo da borboleta. Quais os ganhos que posso obter? Quais os cuidados e problemas que posso enfrentar? Existe alguma recomendação sobre como o remapeamento  deve ser feito? Vale a pena mexer no coletor de escapamento?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Luiz, o maior problema que você vai enfrentar será o de escolher uma oficina idônea e capacitada para executar o trabalho. Infelizmente existem muitas oficinas que se propõem a efetuar tal serviço, mas são poucas que sabem exatamente como fazer e, quanto à substituição, depende do trabalho a ser efetuado. Agora é bom lembrar que toda adaptação tem as suas consequências e, no seu caso, posso mencionar um aumento de consumo nessas condições de uso e demais problemas depende das variações que tiver nas curvas de avanço de ignição e de injeção. Outro cuidado que deve ter é quanto aos níveis de emissões, pois se cumprido a promessa do governo de se implantar a inspeção veicular já no ano 2001 você poderá ter algum problema para licenciar o seu veículo.

S.O.S. publicado em: 17/10/2000
Enviado por: Rodrigo Cardoso (Brasília, DF)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1995, gasolina

Dúvida: gostaria de saber o porque da pouca velocidade final do Monza, visto que ele possui um bom motor. Acho que é pela aerodinâmica, que não é tão boa, mas não tenho certeza. E como fazer para aumentar a velocidade final sem mexer no motor? Rebaixar a dianteira? Essa é a minha dúvida cruel que tanto quero solucionar. Mas, finalizando, gosto demais desse carro e gostaria de extrair mais dele.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: realmente o Monza tem um ótimo motor, mas as suas curvas de torque e potência que favorecem a dirigibilidade em baixas rotações limitam a velocidade máxima do veículo. É verdade que a sua aerodinâmica também não favorece a sua velocidade máxima, assim como o elevado peso do conjunto. Para melhorar a velocidade final do Monza teríamos que alterar totalmente a característica do veículo que foi projetado originalmente para o uso familiar e adotarmos caracteristicas esportivas no mesmo, não bastando alguns possíveis retoques em sua aerodinâmica, mas também a elevação da potência e do regime de trabalho do motor, assim como o alívio do peso em geral. Lembre-se que a potência necessária para a obtenção de velocidade final é uma progressão geométrica e que depois de todo esse trabalho ainda temos que pensar no item segurança. Afinal, vale a pena?

S.O.S. publicado em: 28/09/2000
Enviado por: Luiz Alberto de Lima (Rio Negro, PR)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0, 1990, gasolina

Dúvida: quais providências posso realizar em meu motor para otimizar seu rendimento e consumo. Já realizei as seguintes alterações: polimento de cabeçote e admissão, transformação do segundo estágio do carburador em mecânico, colocação de um coletor dimensionado, utilização de rodas aro 15". Gostaria de sua opnião em quantos cv estas alterações podem ter sidos somados à potência original e, principalmente, o que fazer para que em viagens não tenha que se trocar tantas vezes as marchas em subidas (de quinta para quarta marcha).

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Infelizmente as suas informações são muito vagas para podermos determinar o efetivo ganho de potência. Na verdade as afirmações de quantos cvs foi possível obter é muito subjetivo e para ter uma informação confiável nós utilizamos um dinamômetro de rolo. O que eu entendi Luiz, é que você quer um carro que tenha mais força em baixas e médias rotações (torque) e um menor consumo de combustível. O menor consumo eu já descarto, pois não tem como melhorar o desempenho sem melhor alimentar o motor. Observe também que em 1990 passou a vigorar as rigorosas leis anti-poluição do Conama e que o seu carro, para poder se enquadrar, a montadora melhorou o máximo a sua queima e, em consequência, o consumo. Os trabalhos efetuados no motor tem como finalidade aumentar a potência em altas rotações a um custo de redução do torque e aumento de consumo. E, a substituição das rodas pelo de aro 15, aumentou o raio dinâmico, alongando a relação de marchas.  Em outras palavras: exatamente o contrário do que eu entendo que você espera do seu carro. Luiz, gostaria que me enviasse uma melhor descrição do que espera do seu carro para, então, poder lhe dar algumas dicas e conselhos.

S.O.S. publicado em: 06/07/2000
Enviado por: Márcio Veiga (Curitiba, PR)
Características do carro: Monza Hatch SL/E, 1983, álcool

Dúvida: meu carro tem uma arrancada até que boa para o motor dele, só que na estrada não passa de 160 km/h. Como faço para aumentar a potência? Caso coloque o comando do Monza 1.8, conseguirei obter maior potência? Este comando de válvulas se encaixa no motor 1.6? Será que devo rebaixar o cabeçote? Todos falam para eu trocar o motor, mas adoro o meu pois nunca tive problemas. É normal andar mais que vários carros com motor CHT 1.6M?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: no caso do seu motor é normal que não ultrapasse a marca de 160km/h e que, também, ande na frente de alguns carros equipados com o motor CHT 1.6. O comando de válvulas do motor 1.8 cabe perfeitamente no seu motor, mas observe que a sua simples substituição não lhe trará nenhum aumento de potência. Para se obter um aumento de potência que seja considerável, primeiro devemos "zerar" o seu motor, pois, dependendo das condições em que ele se encontra, poderá não resistir. Ai então podemos começar os trabalhos para melhorar a alimentação de ar e combustivel, ignição e taxa de compressão. Vale lembrar que, com isso, toda a curva de torque e potência será alterada e que o mesmo poderá não oferecer boa dirigibilidade em baixas rotações, assim como a vida útil será comprometida. Creio que a melhor opção ainda é a substituição do motor por um 2.0 álcool que, além de maior potência, lhe proporcionará melhor curva de torque.

S.O.S. publicado em: 06/07/2000
Enviado por: Alex Cardoso Poli (Vitória, ES)
Características do carro: Monza SL/E, ano 86

Dúvida: gostaria de saber se posso colocar em meu carro um motor e caixa de Vectra 2.2 16V, sem ter que cortar ou fazer qualquer outra coisa que danifique muito a lataria.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: sim, é possível de se adaptar a mecânica do Vectra 2.2 no Monza. No entanto, algumas adaptações serão necessárias, assim como nos pontos de fixação do motor/câmbio e, também, o escapamento, sistema de injeção eletrônica, bomba elétrica de combustível etc.

S.O.S. publicado em: 11/04/2000
Enviado por: Marcelo M. Forcelini (Passo Fundo, RS)
Características do carro: Monza SL/E 1.8, 1986, álcool

Dúvida: gostaria de turbinar ou envenenar meu motor. O que seria necessário trocar no motor e quanto custaria esta brincadeira. Gostaria de saber, também, sobre o Corsa 1.0 EFI a gasolina. O que seria preciso para que ele rendesse mais na estrada. O catalisador influencia em seu desempenho?  Acho que o desempenho de meu carro não é bom. Gostaria de saber se eu coloca-se um comando 270 e escapamento dimensionado, sem mexer na injeção, o que ocorreria. Se for necessário mexer nesta injeção, o que fazer.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: para se turbinar o Monza, inicialmente, devemos fazer um bom diagnóstico sobre o estado geral do motor e, é bem provável, que seja necessário a retifica para poder suportar a carga adicional provocada pelo turbo. Mas, também, não podemos esquecer dos componentes estruturais e de segurança. O custo da brincadeira deve variar em função do resultado esperado e dos equipamentos que pretende instalar, assim como válvula de prioridade, bomba elétrica, booster, intercooler e por ai vai... Pode-se esperar algo entre R$ 1.800 a R$ 3.000, mais o motor (se precisar). Para o Corsa não é diferente, pois também depende dos resultados esperados. Uma receita simples seria a reprogramação do módulo de injeção eletrônica ou troca dos chips como é conhecido, que pode lhe proporcionar um ganho de potência na ordem de 5% a 10%, a um custo aproximado de R$ 400,00. Existe, também, a possibilidade de um envenenamento mais pesado ou até mesmo turbinar. Pense na possibilidade da troca do motor por um 1.4 ou 1.6. É falsa a afirmação de que o catalisador rouba a potência do veículo, sendo o maior responsável para a redução do nível de emissões de gases poluentes.

S.O.S. publicado em: 06/12/1999
Enviado por: Hélio Magalhães (Campinas, SP)
Características do carro: Monza Classic EF 500, 1990, gasolina

Dúvida: não estou com problema, mas gostaria de melhorar o rendimento de meu carro e estava pensando em colocar as nova velas da Bosch com três eletrodos. Gostaria de saber se vou ter alguma vantagem com esta substituição ou há algo melhor a ser feito?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: o Monza 500 EF saiu equipado com a injeção eletrônica modelo Bosch LE-Jetronic, um sistema analógico que, apesar de muito robusto, não tem os mesmos recursos oferecidos pelas injeções digitais como o EFI ou o MPFI Motronic. O sistema LE-Jetronic, no Monza 500 EF, gerencia apenas o sistema de alimentação de combustível, ignorando totalmente o sistema de ignição que, neste caso, ainda é o nosso velho conhecido distribuidor com avanço centrífugo e à vácuo. Destarte o veículo em questão, apesar de ser equipado com injeção eletrônica, é desprovido de boas performances, sendo até mais lento que os veículos carburados do mesmo ano. Com a utilização das velas de 3 eletrodos em nada vai mudar o seu desempenho, havendo melhoras somente na qualidade da queima e, consequentemente, menores índices de poluição, o que já seria um bom motivo para a sua utilização (não devemos esquecer as nossas obrigações sociais). Assim sendo, para melhorar o seu rendimento, só resta a otimização do motor e de seus sistemas, mais comumente chamada de "envenenamento". Uma das opções para melhorar o desempenho seria substituir o sistema de ignição pelo do Kadett GSI, que é um sistema digital Bosch EZK, cujo mapeamento assessorado pelo sensor de detonação permite o aumento da taxa de compressão de 8,8:1 para 9,2:1 e uma consequente elevação da potência para 121 cv. Para tanto, basta substituir o distribuidor, chicote da injeção eletrônica e o módulo de injeção, além de instalar o sensor de detonação. Para uma melhor resposta de aceleração, poderá substituir o câmbio, tambem, pelo do Kadett GSI, devido a sua relação mais curta.

 
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