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Os esclarecimentos abaixo são referentes ao Sistema de Arrefecimento

 
S.O.S. publicado em: 04/08/2005
Enviado por: Erico Ayres de Castro (Santo André, SP)
Características do carro: Monza SL/E 1.8, 1986, álcool

Dúvida: troquei a junta do cabeçote e, desde então, começou a jogar água fora pelo reservatório _mas somente quando deixo na garagem de um dia para o outro.

Resposta do consultor técnico Carlos Freire: Érico, é possível que a tampa do reservatório de expansão esteja com problemas. Na dúvida, troque por uma original GM.

S.O.S. publicado em: 02/05/2002
Enviado por: Dennis Martin Miranda (La Paz, Colômbia)
Características do carro: Monza 1.8L, 1985, gasolina

Dúvida: cual es la temperatura correcta de apertura de la valvula termostatica (termostato) para mi Monza?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Dennis, a válvula termostática do seu carro deverá estar totalmente aberta aos 91°C. O número original da mesma é 90.144.834.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Alex da Luz (Bento Gonçalves, RS)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1995, gasolina

Dúvida: o meu Monza apresenta um defeito crônico de arrefecimento: a ventoinha não aciona na temperatura certa. Já troquei a cebolinha, o sensor, a eprom do módulo da injeção e, finalmente, o módulo. A ventoinha só é acionada quando o ponteiro atinge a faixa vermelha. Será que o defeito está no chicote? Já medi o fio para ver se havia alguma impedância e o ohmímetro acusou 0 ohm!

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Alex, a GM elevou a temperatura de trabalho do Monza 95 a gasolina a fim de reduzir problemas de carbonização na câmara de combustão, isso devido ao modelo passar a ser equipado com a EGR (Recirculação de Gases de Exaustão). No entanto, o que ela não esperava é que, com o tempo, a ventoinha passasse a funcionar num grau mais elevado do que o esperado e, por isso, ela soltou um boletim pós-venda para as concessionárias alterassem o chicote da injeção eletrônica e o sistema funcionasse dentro da temperatura normal. Percebo que você tem algum conhecimento de eletrônica. Sendo assim, faça o seguinte: solte o chicote do módulo de injeção eletrônica e realize uma ponte entre os terminais A3 e C1. Em outras palavras: feche um curto entre esses dois fios. Observe com bastante cuidado e muita atenção que as identificações estão nos conectores e é muito pequeno. Para isso é importante que o veículo esteja com todos os seus componentes originais, principalmente a memória Eprom ou mesmo o módulo de injeção eletrônica.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Helvecio Sant´Anna
Características do carro: Monza Club 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: sempre que o motor atinge a temperatura de armar a ventuinha, e se acelerar fundo, o desempenho cai e ocorre uma certa dificuldade ao se ultrapassar outros veículos. Já foram verificados: sensor de temperatura, válvulva termostática e até o parafuso de regulagem do corpo de borboleta já foi alterado (recurso aplicado por um mecânico sem experiência no ramo). Outro mecânico adiantou o ponto, havendo uma certa melhora, mas o motor ficou com detonação.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Helvecio, tenho visto muitos problemas semelhantes ao seu e, em geral, está sempre ligado ao sistema de arrefecimento. Vamos tentar descrever um roteiro para que você possa resolver o inconveniente. Faça o seguinte: 1) com o motor frio, remova a válvula termostática; 2) procure fazer a troca d'água no sistema com uma mangueira com água de rua que, de preferência, tenha boa pressão; 3) solte a mangueira que se localiza abaixo do coletor de admissão e observe se o mesmo não está obstruido em nenhum dos sentidos. Para isso, utilize a mangueira com água de rua; 4) religue a mangueira abaixo do coletor de admissão; 5) verificar se a válvula termostática é a de n° 93.206.776 ou 93.215.642 de 92°C. Caso negativo, substituir; 6) observe se a válvula termostática possui uma chapeleta de aproximadamente 30mm em sua extremidade. Caso positivo, retirar juntamente com a mola, pois o mesmo pode estar impedindo a circulação de água no coletor de admissão; 7) montar todo o sistema, adicionar aditivo e completar com água; 8) retirar o sensor de temperatura d'água e completar a água na câmara de expansão até que pare de sair bolhas de ar pelo orificio do sensor; 9) aqueça o veículo (observe que a primeira vez a ventoinha deve demorar para ligar); 10) quando a ventoinha ligar por umas três vezes, verifique se a temperatura do coletor de admissão está parecida com a temperatura do radiador (cuidado para não se queimar); 11) faça um teste de rodagem.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Sandro Lourenço (Brasília, DF)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1994, gasolina

Dúvida: após ter colocado dois litros de aditivo no radiador, apareceu um vazamento próximo à junta da válvula termostática. Será que o aditivo acabou limpando o sistema e ocasionando este vazamento?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Sandro, a sua teoria está correta. Provavelmente já haviam pontos de corrosão no sistema e o aditivo cumpriu a sua função que, entre outros, é de evitar a ferrugem, limpando e expondo os vazamentos. Não pense que você não deveria ter colocado o aditivo. Muito pelo contrário: este problema foi ocasionado justamente pela falta de uso continuado e, mesmo que não tivesse colocado o aditivo, o problema já existia e poderia lhe proporcionar surpresas em momentos desagradáveis ou em situação de risco.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Jean Conradi Antunes (Agrolândia, SC)
Características do carro: Monza SL/E 1.8, 1989, álcool

Dúvida: o Monza começou a gastar água, mas não haviam vazamentos. No começo era pouco mas foi aumentando e, depois, constatei que as velas apresentavam ferrugem e o óleo um pouco contaminado pela água. Solução: leve plainamento no cabeçote e troca das respectivas juntas e velas. Resultado: ficou ótimo! Após isso, o radiador também apresentou vazamento, trocando-o em seguida, assim como todas as mangueiras. Atualmente, ao enfrentar um engarramento, por exemplo, o sistema de arrefecimento começa a, novamente, vazar água, sendo que a ventoinha funciona normalmente, mas não utilizo nenhum tipo de aditivo.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Jean, de acordo com a descrição do problema, creio que, agora, o inconveniente esteja na tampa da câmara de expansão, mas não se espante se, a qualquer momento, apareça vazamento na bomba d'água, pois a falta de uso do aditivo provoca o desgaste excessivo do eixo da bomba.

S.O.S. publicado em: 28/06/2001
Enviado por: Eduardo Augusto Nóbrega de Moraes Rego (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1994, gasolina

Dúvida: este carro, após 20 minutos de uso e em movimento, apresenta no indicador de temperatura da água o ponteiro no nível médio e, se o motor continuar funcionando, chega a 3/4 do curso total, quase no vermelho. Também gostaria de instalar um computador de bordo e, sendo assim, qual o custo médio e os itens a serem trocados?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Eduardo, você não mencionou se o eletroventilador do radiador funciona nestas condições mas, supondo que sim, é provável que o inconveniente enfrentado esteja ligado com a baixa eficiência da troca de calor, ou seja, problemas na válvula termostática, a qual não abre totalmente, ou mesmo de radiador entupido. Inicialmente substitua a válvula termostática, já que se trata de um componente barato e que deve ser trocado a cada 40.000 km. Observe as condições de outros componentes, como a tampa da câmara de expansão e bomba d'água e, estando tudo em perfeitas condições, providencie a substituição do radiador. Com relação ao computador de bordo, leia a resposta nesta mesma seção e no assunto "Acessórios", dúvida esta enviada pelo leitor Rodrigo Dall'Agnol.

S.O.S. publicado em: 14/06/2001
Enviado por: Deoclesio Massarotto Junior (São Bernardo do Campo, SP)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1990, álcool

Dúvida: há 15 dias percebi que a ventoinha só ligava após o ponteiro da temperatura chegar a 1/4 do vermelho. Após análise realizaa pelo mecânico, o mesmo disse que era o cebolão. Aproveitei e pedi para trocar também o termostato. Após o carro sair da oficina, a ventoinha passou a ligar quando o ponteiro ultrapassava cerca de 2 milimetros a marca azul. Retornando ao mecânico, fui informado que a válvula termostática utilizada era a que acionava a ventoinha logo que a temperatura ultrapasasse os 80 graus. Sendo assim, não haveria algum prejuízo ao motor?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Deoclesio, realmente você não pode simplesmente acreditar quando um mecânico fala que  deve fazer algo que não seja o original. No seu caso, deve ser utilizado o tesmostato de nº 90.220.435/90.354.822 que tem a sua temperatura de trabalho em torno de 92°C, e o interruptor térmico para acionamento do ventilador de nº 94.621.028, que trabalha na faixa de 92/87°C. O que o seu mecânico utilizou são peças de carros à gasolina, que realmente trabalham com uma temperatura inferior ao do álcool e, como consequência, você terá um carro com maior consumo, menor desempenho e maior desgaste do motor. Creio que seja melhor você retornar ao seu mecânico e exigir a instalação das peças originais.

S.O.S. publicado em: 19/04/2001
Enviado por: Aderival da Silva Aguiar (Brasília, DF)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1989, álcool

Dúvida: após a troca das mangueiras e braçadeiras do sistema de arrefecimento, o carro não tem mais vazamentos, mas o nível da água tem que ser completado toda vez que o veículo é utilizado e, muitas vezes, o sistema se encontra completamente seco e, em virtude disso, super-aquecendo o motor. Obs: o radiador também já foi substituído.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Aderival, para o seu problema, existe um aparelho de teste: é um manômetro acoplado a uma bomba de ar que vai colocado no bocal do vaso expansor, o qual pode pressurizar o sistema e, então, fazer um diagnóstico confiável quanto ao vazamento do sistema. Vale lembrar que é muito comum nos carros que não utilizam aditivo no sistema e, por algum problema, como o de vazamento de mangueiras ou de troca de radiador, o mesmo passa a ter vazamento que antes não apresentava devido à ferrugem presente no sistema. Isso não quer dizer que aqueles que não utilizam o aditivo não devem utilizá-lo. Muito pelo contrário: devem e, se possível, durante a utilização na cidade, evitando assim, caso apresentar algum vazamento, maiores transtornos durante uma viagem. Já que o motor não apresenta nenhum sinal de vazamento, creio que a causa mais provável seja a bomba d'água, pois este vazamento não é perceptivel e não deixa pingos no chão. Aliás, é outro ítem muito comum de apresentar problemas tão logo se utilize o aditivo, pois haverá a limpeza e muitos pontos que estavam obstruídos pela ferrugem e, por consequência, serão expostos. Procure por uma boa oficina para evitar gastos desnecessários. Em sua cidade, poderia lhe indicar o mecânico Flávio Rodolfo S. Oliveira, cujo endereço é: QNM 18 cj. G, lote 03, telefone (0xx61) 372-8777.

S.O.S. publicado em: 08/03/2001
Enviado por: Paulo Nascimento Menezes Jr. (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza Classic 500 EF, 1989, gasolina

Dúvida: venho rodando há algum tempo sem aditivo no radiador. Futuramente, posso ter algum problema?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: o aditivo não se limita a auxiliar o resfriamento do motor. Possui diversas outras finalidades que são: proteção contra corrosão, super aquecimento e congelamento; lubrifica a bomba d'água e evita a formação de espuma; eleva o ponto de ebulição da água, evitando a fervura e baixa o ponto de congelamento; protege as borrachas e evita incrustrações calcáreas. Não é necessário dizer que a sua falta provoca diversos males ao seu motor e a ferrugem que passa a apresentar no reservatório d'água nada mais é do que o motor enferrujando por dentro. A sua falta representa uma considerável redução da vida útil dos componentes do sistema devido ao ressecamento das borrachas, falta de lubrificação da bomba d'agua, corrosão dos selos e partes internas do motor. O radiador também fica comprometido pela sujeira formada pela corrosão, que causam obstrução dos seus dutos, reduzindo drasticamente a eficiência de troca de calor. Apesar de nunca ter visto tal ocorrência em São Paulo, o congelamento da água é muito crítico e, por diversas vezes, presenciei o caso de blocos de motor rachado no sul do país, devido ao congelamento por falta do aditivo. É justamente a falta de manutenção do sistema de arrefecimento que é um dos maiores culpados das panes mecânicas nas estradas. No caso da injeção eletrônica, o sensor de temperatura da água trabalha diretamente em contato com a água do sistema de arrefecimento. É através deste componente que a unidade de comando eletrônico efetua a leitura e, caso a relação temperatura/força/velocidade não estejam afinados, consequentemente o módulo de injeção de combustível eletrônico estará consumindo mais, o veículo com perda de potência e poluindo ainda mais o meio ambiente. Desta maneira se pode entender porque é importante manter o percentual correto de aditivo no sistema de arrefecimento pois, além de tornar o carro mais confiável, torna-se de suma importância para manter regulada a injeção eletrônica.

S.O.S. publicado em: 05/01/2001
Enviado por: Diego A.F. (Manaus, AM)
Características do carro: Escort 1.8i GLX, 1995, gasolina

Dúvida: meu Escort está com um pequeno problema: quando ando sem o ar-condicionado ligado, a temperatura sobe super rápido, e em menos de 10/15 minutos já está no vermelho. Mas, quando o ar está ligado, a temperatura trabalha normalmente.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Diego, seu Escort deve estar com problemas de funcionamento do eletroventilador do radiador. Faça uma inspeção do sistema e é muito provável que o interruptor de temperatura esteja com problema, ou seja, por não estar cumprindo a sua função, que é a de acionar o eletroventilador, a temperatura do motor se eleva, o que não acontece quando se liga o condicionador de ar, pois este também liga o eletroventilador.

S.O.S. publicado em: 01/12/2000
Enviado por: Clidemar Ramos Silva Junior
Características do carro: Monza SL/E 2.0 EFI, 1991, álcool

Dúvida: há alguns dias, meu Monza passou a apresentar o seguinte defeito: quando ligo o carro ele está funcionando normalmente. Passado 1 ou 2 minutos, a ventoinha liga e o motor começa a falhar, estando completamente frio ainda, inclusive caindo a rotação do motor até quase morrer e, com isso, não tendo força para andar, pois a rotação não sobe o necessário para empurrar o veículo a contento. O sensor de temperatura já foi trocado, uma vez que a partida a frio não vinha funcionando, mas o problema não foi resolvido. Então, trocou-se o o relé que fica dentro do carro (embaixo do painel). Também sem solução. Me informaram que, talvez, o problema seja no módulo. Será? Não há quem recondicione módulos danificados e os revenda a base de troca, ou simplesmente os conserte?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: o seu problema Clidemar, não é tão sério quanto parece ser. Na verdade, o que falta é um pouco mais de atenção dos mecânicos que diagnosticaram o seu veículo. É como eu costumo dizer: ''antes de se tomar qualquer providência, sempre efetue todos os procedimentos de testes, senão... você já sabe". De uma coisa eles estão certos: de que o problema se origina na linha do sensor de temperatura d'água. Quando o módulo de injeção eletrônica reconhece a falha, por uma estratégia de segurança, ele adota o valor médio da temperatura de trabalho, motivo de o carro não ter força enquanto frio e, por não reconhecer a real temperatura do motor e para a proteção do mesmo, é que mantém a ventoinha ligada durante todo o tempo em que estiver funcionando. Mas, quando aparece na tela do scanner o Código de Falha ("14-VOLTAGEM BAIXA NO CTS" ou "15-VOLTAGEM ALTA NO CTS"), não se deve simplesmente ir trocando o sensor. Alguns testes devem ser feitos antes de se adotar qualquer providência. Primeiro: verificar a possibilidade de existência de ar na câmara da válvula termostática. Para tanto, solte o sensor de temperatura d'água e preencha o reservatório até que passe a sair líquido pelo furo do sensor. Segundo: com um multímetro, medir a resistência elétrica do sensor que aos 25°C deve ser de 2500 a 3100 ohms e a 100°C deve ser de 165 a 190 ohms. Terceiro: também com o multímetro, medir a continuidade do chicote da injeção do sensor ao módulo de controle sempre movimentando ,os conectores e, também, o próprio chicote para poder localizar pontos onde possam estar interrompidos ou eventual mal contato. A possibilidade de ser o módulo de controle é muito remota. No entanto, é comum que os mecânicos a condenem erroneamente. A situação do seu carro me parece ser um mal contato no conector do sensor, o que, se confirmado, pode ser resolvido com a substituição do chicote da injeção eletrônica, que é a opção correta, e deve custar mais ou menos R$ 200,00, ou simplesmente substituir o conector por um paralelo vendido no mercado. Não se assuste com o preço do módulo de controle, afinal é muito raro a situação em que ele seja responsável por algum problema e, se for o caso, eu mesmo o recupero.

S.O.S. publicado em: 01/12/2000
Enviado por: Tarcio F.G. de Oliveira (São Caetano do Sul, SP)
Características do carro: Monza, 1987, álcool

Dúvida: meu Monza, quando está frio e começa a esquentar, a temperatura sobe mais que o normal e, de repente, cai bruscamente. Ao aquecer novamente, a ventoinha funciona normalmente mas, se estiver frio, na primeira vez, a ventoinha não liga. O problema pode estar relacionado à válvula termostática?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: pode até ser a válvula, mas creio que seja o interruptor térmico para acionamento do ventilador (cebolão) que esteja com a sua sensibilidade prejudicada. Convém também verificar a situação da bomba d'água, pois a mesma pode estar corroída. Aproveite para fazer uma limpeza no sistema de arrefecimento e verifique a situação da válvula termostática, a qual deve ser substituída a cada 40.000 km.

S.O.S. publicado em: 16/11/2000
Enviado por: Bruno Passalio da Silveira (Belo Horizonte, MG)
Características do carro: Monza SL/E 1.8, 1985, álcool

Dúvida: tenho um problema de aquecimento muito rápido em meu carro. Quando pego uma auto-estrada a ventuinha arma e continua aumentando a temperatura _mesmo sem a vávula termostática. Já  mandei verificar o radiador e o cebolão sem resultados. Existe uma chance de ser a junta do cabeçote queimada? Obs: não sai água do cano de descarga.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: observe que em uma auto-estrada, devido ao vento frontal que o veículo recebe, a ventoinha nem ao menos deveria ligar. Portanto, digo que existem três possibilidades para o seu caso. Em primeiro lugar verifique se o radiador está entupido e, se positivo, providenciar a sua substituição pois, neste caso, não tem como limpar. Segundo: verifique o estado da bomba d'agua, pois a corrosão pode ter acabado com as aletas e esta não está mais cumprindo a sua função. Neste caso, também substitua-a. E, em terceiro e último, existe a possibilidade de ser realmente a junta queimada. Para isto, será necessário a instalação de  uma bomba de pressão acoplado a um manômetro na linha para que se efetue o teste. Não custa também verificar se o sentido de rotação do motor da ventoinha esta correto. Qualquer um deles pode ser feito por uma oficina devidamente capacitada. Portanto, muito cuidado na escolha e aproveite para reinstalar a válvula termostática, pois sendo o motor uma máquina térmica este sente muito a falta do componente.

S.O.S. publicado em: 28/09/2000
Enviado por: Renato Trajano de Mattos (Franca, SP)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1995, gasolina

Dúvida: a temperatura do meu carro oscila muito. Com o carro em movimento o marcador fica bem abaixo do meio. Já com o carro andando devagar, ou parado, o marcador sobe acima deste nível. Após o ventilador ligar, novamente a temperatura volta a cair. Já troquei a água do sistema, o aditivo do radiador, a válvula termostática e o sensor de temperatura. Estando o ar-condicionado ligado a temperatura não ultrapassa o meio. Este fenômeno é normal e isto afeta o motor?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: a partir de 1995 o Monza equipado com a injeção EFI à gasolina recebeu uma nova programação na sua unidade de controle eletrônico, assim como também passou a ser equipado com a válvula EGR (recirculação dos gases do escapamento), tendo como finalidade uma melhora na queima e com a intenção de reduzir os níveis de emissões, assim como da carbonização do motor. Entre essas mudanças está o aumento da temperatura de início de trabalho do eletroventilador, fazendo o marcador ultrapassar a marca do meio quando o veículo não está em movimento ou com o ar-condicionado desligado, ou seja, quando o veículo não recebe corrente de ar em seu radiador.

S.O.S. publicado em: 27/04/2000
Enviado por: Enderson (Salvador, BA)
Características do carro: Monza GL, 1993/94, álcool

Dúvida: este é o primeiro Monza que tenho e, como não o conheço bem, estou com algumas dúvidas. A bomba de combustível faz um chiado que parece um carro de Fórmula 1, parecendo que está trabalhando forçada. A tirei fora e não vi nenhum problema. O que pode ser pois, apesar desta "zuada" o motor funciona normalmente. Sempre que o ventilador do radiador liga o motor oscila quatro vezes chegando perto de interromper seu funcionamento mas, depois, estabiliza. Tenho achado o carro fraco e acelerado demais.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: o barulho provocado pela bomba pode ser ocasionado por um desgaste do componente, assim como pode ser provocado por alguma dificuldade de vazão do combustível. Procure uma oficina especializada, sendo que a mesma, com um manômetro e um rotâmetro, deverá medir a pressão e a vazão da bomba de combustível e poderá determinar o estado geral do componente. Observar que tanto o filtro de combustível quanto o filtro do pescador poderá ocasionar alguma dificuldade de vazão e, se este não for o caso, deve-se substituir a bomba. A falta de desempenho do seu carro deve ser provocado justamente pela deficiência da bomba ou do filtro de combustível. A oscilação de marcha lenta indica uma certa dificuldade de o sistema se estabilizar instantaneamente, o que pode ser provocado pela dificuldade de movimento do atuador de marcha lenta, mais conhecido como motor de passo. Mas, é sempre bom verificar o estado geral da bateria e do sistema de carga, pois a queda de rotação do motor pode estar indicando uma necessidade adicional de trabalho do alternador devido a uma provável deficiência da bateria.

S.O.S. publicado em: 13/04/2000
Enviado por: Juliano Marquardt (Florianópolis, SC)
Características do carro: Monza Club 2.0 EFI, 1994, gasolina

Dúvida: acabo de trocar meu Chevette por um Monza e tenho estranhado bastante seu sistema de arrefecimento. Devido à sua ventoinha não ser permanente, o carro, andando acima de 40/50 km/h, mantém o ponteiro de temperatura na faixa azul quase sem alteração. Porém, assim que entro em trânsito lento, a temperatura sobe rapidamente até ativar a ventoinha, que a faz baixar. Apesar de, aparentemente, estar funcionando direito, as vezes acho que ele esquenta demais _sobretudo em trânsito lento. Este é o funcionamento normal do Monza? E o nível de água, influi muito na temperatura? É normal, ao abrir o reservatório de água, ela estar tão quente a ponto de queimar as mãos?  Outra dúvida: a marcha lenta, as vezes, fica mais alta que o normal. Me disseram que seria uma mangueira que poderia estar desengatada da injecão. Alguma coisa a  ver?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: quanto ao funcionamento, me parece estar tudo normal. No entanto, é sempre bom efetuar medições de temperatura de trabalho, o que pode ser feito numa boa oficina. Só para seu conhecimento, principalmente na estrada, andando em quarta ou quinta marcha, a temperatura do Monza realmente fica bem próxima ao nível azul. Já na cidade, o ponteiro chega a marcar perto do meio mas, quando chegar a isso, a ventoinha deverá ligar. O nível de água influencia sim a temperatura. Por isso deve estar sempre no nível correto (entre o máximo e o mínimo). Esta temperatura chega a atingir, aproximadamente, 95ºC, o que, com certeza, pode queimar as mãos. Com relação à marcha lenta, deve-se efetuar um diagnóstico do sistema de injeção. Mas é bem provável que seja o atuador de marcha lenta (motor de passo) que está com o movimento emperrado.

S.O.S. publicado em: 13/04/2000
Enviado por: Marcio Drumond (Brasília, DF)
Características do carro: Monza Classic 2.0, 1988, álcool

Dúvida: o carro demora a aceitar aceleração, mesmo depois de aquecido. Exemplo: estou parado no sinal, engato a 1ª marcha e, ao passar, à 2ª marcha, ele engasga um pouco. Depois, desenvolve normalmente. Já mandei fazer uma regulagem e não resolveu.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: pela descrição, percebo que o tempo todo dá a impressão de estar dirigindo um carro à alcool com o motor frio, mesmo este estando aquecido. Isto pode ser provocado pela falta da válvula termostática ou pela obstrução do canal de água no coletor de admissão. Observar que a água do sistema de arrefecimento, além da função de limitar a temperatura de trabalho do motor, tem também a função de   distribuir a temperatura de forma homogênea e que o álcool, por ter um baixo calor latente, necessita de maior temperatura para uma boa queima.

 
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