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Os esclarecimentos abaixo são referentes à Câmbio - preparação

 
S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: André Anjos Luiz (Blumenau, SC)
Características do carro: Monza S/R 1.8, 1986, gasolina

Dúvida: gostaria de rebaixar a supensão do meu S/R e, sendo assim, quais seriam os benefícios, qual o amortecedor ideal e, também, os tipos de rodas e pneus ideais? E em relação ao consumo, haveria alguma diferença?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: André, a intenção de se rebaixar um carro, além da estética, é a de baixar o centro de gravidade do mesmo, ou seja, reduzindo a inclinação lateral da carroceria em uma curva e melhorando, assim, a sua estabilidade; mas você terá que "pagar" o preço da perda de conforto. Observe que a suspensão original foi projetada buscando um ponto de equilíbrio entre conforto e estabilidade, justamente em função de nossas ruas e estradas. Qualquer alteração realizada, você conseguirá uma melhor performance de um ítem a custa de outro. Existem no mercado muitos amortecedores de competição, das mais variadas cargas hidráulicas e de diferentes cursos. Não existe um modelo específico recomendado para esse fim, pois tudo dependerá da utilização pretendida e, para isso, você não deve entregar o trabalho ao seu mecânico. Você deve procurar por uma oficina especializada em preparação de veículos para competição, a qual poderá lhe preparar uma receita completa de suspensão, rodas e motor em função de sua pretensão. Para uma melhor estabilidade, é importante que, também, utilize um pneu de perfil baixo, sendo necessário a utilização de uma roda maior, além de mais larga, mas, como citado anteriormente, haverá maior transferência da irregularidade do piso para o veículo, reduzindo o seu conforto e tornando a suspensão mais barulhenta. O consumo também estará diretamente ligado à receita de preparação e da utilização. Agora vale mencionar que para se fazer tal preparação, você não poderá se preocupar com custos e durabilidade do veículo, os quais, com certeza, serão prejudicados.

S.O.S. publicado em: 18/01/2001
Enviado por: Luiz Alberto de Lima (Rio Negro, PR)
Características do carro: Monza Classic SE, 1990, álcool

Dúvida: considerando as seguintes relações de marcha: Monza Classic SE: 1ª) 3,55; 2ª)1,95; 3ª) 1,28; 4ª) 0,89; 5ª) 0,71 e diferencial 4,19 (gas) / 3,94 (álc); Vectra CD 93: 1ª) 3,55; 2ª) 1,95; 3ª) 1,28; 4ª) 0,89; 5ª) 0,71 e diferencial 4,19 (gas); Kadett GSI 91: 1ª) 3,55; 2ª) 2,16; 3ª) 1,48; 4ª) 1,12; 5ª) 0,89 e diferencial 3,72 (gas);  Monza S/R: 1ª) 3,42; 2ª) 2,16; 3ª) 1,48; 4ª) 1,12; 5ª) 0,89 e diferencial 3,74 (gas). Analisando-as, pergunto: como posso entender melhor esses números? Se quiser melhorar o desempenho do Monza, poderia substituir o câmbio pelo do Kadett GSI? Substituindo-se apenas o diferencial, qual o melhor a ser utilizado: 3,94 ou 3,72? Como poderia se diferenciar, externamente, uma caixa de câmbio usada, diferenciando-a do Monza, Kadett ou Vectra? Qual seria o melhor conjunto de relações?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Caro Luiz Alberto, em primeiro lugar, me desculpe pelo atraso nesta resposta, mas tive que fazer muitas pesquisas para poder lhe responder. Para entender melhor esses números, vamos considerar o Monza S/R como exemplo. Ele possui a relação de 3,42 para a primeira marcha e 3,74 para o diferencial, o que quer dizer que o eixo do virabrequim (motor) tem que dar 3,42 voltas para que o eixo de saída do câmbio de uma volta completa e que o eixo do câmbio tem que dar 3,74 voltas para que o eixo de rodas (saída do diferencial) dê uma volta completa, ou seja, o motor tem que dar 12,7908 voltas para que a roda dê uma volta completa (3,42 x 3,74 = 12,7908). Observe que quanto maior o número (relação) mais curto é o câmbio ou diferencial. A utilização do câmbio do Kadett GS/GSI no Monza ou Vectra é possível, mas observe que no caso do Vectra a diferença é muito pequena, o que poderia ser compensado com a utilização do diferencial do Monza Classic 90 a gasolina. Para se substituir somente o diferencial com a finalidade de ter um carro mais esperto, encurtando a relação de marcha, a utilização do diferencial de 3,94 traria melhores resultados. Agora, identificar a caixa de câmbio externamente será um problema, pois o que encontrei nos informativos da GM é muito pouco, ou seja, próximo ao trambulador existe a referência F13 quando o câmbio é do Monza e F14 quando é do Kadett e, também, na lateral do câmbio possui um número de registro da fábrica que é utilizado para perícia, pois identifica o número da carroceria que o câmbio equipou na fábrica, sendo muito utilizado pela polícia e seguradoras. Para se determinar o melhor conjunto, teremos que levar em consideração o veículo a ser equipado, a potência do motor e a pretensão de utilização e, se a idéia é encurtar a relação para tornar o carro mais esperto, seria a utilização do câmbio do Kadett GSI com o diferencial do Monza Classic 90 a gasolina. Mas lembre-se que tal providência pode reduzir a velocidade final do veículo, assim como elevar o seu consumo.

S.O.S. publicado em: 02/11/2000
Enviado por: Felipe Júnior (Fortaleza, CE)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0, 1991, gasolina

Dúvida: qual a diferença entre a embreagem normal que vem nos carros e a embreagem de cerâmica? Para que serve a embreagem de cerâmica? Onde posso encontrar para comprar esse tipo de embreagem?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: a embreagem de cerâmica é um componente melhor dimensionado e que é utilizado em veículos de competição, mais precisamente em veículos de arrancada. Possui a vantagem de maior resistência e menor aquecimento com o elevado atrito a que é submetida em competições. Não vejo motivos para se utilizar um componente tão superior e caro em carros de passeio, haja visto que o equipamento original atende plenamente até mesmo em condições extremas. A embreagem pode ser encontrada em casas especializadas em equipamentos e acessórios de preparação de motores.

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