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Quatro Rodas

A reportagem a seguir foi cedida e autorizada pela revista "Quatro Rodas" para publicação exclusiva no Monza Clube. Aproveite para visitar o site da revista clicando na imagem ao lado.

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Del Rey e Monza: o confronto entre dois médios

(Edição nº 282, janeiro de 1984)

Esses dois carros médios com motor 1.6 a álcool se equivalem em tamanho, peso, desempenho e também em conforto. O Monza, no entanto, é um pouco mais econômico do que o Del Rey.

Del Rey e Monza são carros que se destinam à mesma faixa de público, assim Quatro Rodas resolveu compará-los diretamente entre si, escolhendo para tanto a versão de duas portas, com motor a álcool. Como o Del Rey Ouro é bem mais caro do que o Monza, resolvemos comparar um Dei Rey a um Monza SL/E, equipando-o com vários opcionais para assim colocar os preços na mesma faixa. Entre as principais conclusões a que chegamos, observa-se que o Monza é um pouco mais econômico, que o desempenho dos dois se assemelha e que eles se equivalem em conforto. Del Rey e Monza são carros confortáveis, com bancos bem projetados, podendo levar quatro passageiros mesmo em longas viagens. O problema surge quando se deseja levar uma terceira pessoa no banco traseiro, pois esta, como ocorre em qualquer carro, não terá pontos de apoio laterais. Assim uma viagem é problemática, ao passo que uma utilização para breves percursos é perfeitamente possível.

No Monza, os bancos do motorista e do passageiro da frente são confortáveis como os do Del Rey. E em ambos a posição de dirigir é satisfatória. Colaborando para essa noção de conforto geral coloca-se a boa renovação de ar, que se processa de forma eficaz em ambos, permitindo viajar quase sempre com todos os vidros fechados. E os quebra-ventos, presentes em ambos, acabam representando apenas uma concessão ao gosto do nosso público, sem maior valor funcional.

Bancos do Monza

Bancos do Del Rey

Falando-se em conforto, aliás, é importante analisar o nível de ruído, item em que Del Rey e Monza se equivalem. Com sua utilização em asfalto bem liso (para fora de estrada, aliás, tanto Ford como GM oferecem outros veículos), o nível de ruído é reduzido. Mas, quando se é obrigado a enfrentar ruas ou estradas ruins, o barulho aumenta, sem que isso deva, em nossa opinião, ser indicado como um defeito do veículo. No Monza, como verificamos em testes anteriores, o ponto crítico vinha sendo o painel. Neste carro, o problema parece ter encontrado uma solução, embora parcial, mas antes de um julgamento definitivo preferimos aguardar um novo teste.

Para o motorista, em particular, os dois carros se equivalem. Talvez seja mais fácii encontrar logo o melhor posicionamento no Del Rey, enquanto no Monza a posição de dirigir um pouco "encaixado" pode tornar mais demorada essa busca. Mas não existem problemas maiores.

A estabilidade

Na comparação direta entre Del Rey e Monza, este último leva certa vantagem em estabilidade, tanto em piso seco como no molhado. Embora se deva lembrar a importância que têm, neste aspecto, os pneus, de cuja escolha pode depender o comportamento do carro. A diferença fundamental é que a leve tendência subesterçante que se observa perto do limite no Monza, no Del Rey ocorre antes. Mas, de toda forma, ambos os carros apresentam uma boa estabilidade, levando-se em conta tratar-se de dois veículos de turismo, e dão ao usuário, dentro desse limite, uma agradável sensação de segurança e de domínio do veículo.

A direção do Monza

A direção do Del Rey

Quanto à direção, suas desmultiplicações são semelhantes e fazem com que não sejam muito pesadas em manobras, ao mesmo tempo em que conservam a necessária precisâo. A posição do volante difere: normal no Del Rey, mais vertical no Monza. E sua empunhadura é correta, bem como o diâmetro.

Finalmente, lembramos que, ao serem freados em emergência, ambos os carros reagem de forma correta, abaixando ligeiramente a frente e parando sem alteração de trajetória. Os espaços de imobilização são normais e a presença, em ambos, do servofreio, reduz substancialmente o esforço a ser exercido sobre o pedal.

A boa transmissão

Tanto Del Rey como Monza apresentam dois bons conjuntos de transmissão (dianteira em ambos os casos), que contam com câmbios de cinco marchas. Diferenciam-se no sentido de que a terceira do Del Rey tem uma faixa de atuação um pouco maior do que a do Monza, da mesma forma como a quinta do carro da Ford é mais utilizável do que a do carro da GM. Mas trata-se de diferenças de concepção técnica, para tirar o máximo proveito da curva de torque de cada motor, e sentidas apenas num teste comparativo. De toda forma, as relações finais são acertadas e representam, no caso específico da Ford, um sensível progresso com relação ao câmbio anterior. E os engates de marchas são, em ambos, macios e precisos.

Consumo e desempenho

O Monza é globalmente um pouco mais econômico do que o Del Rey, o que pode eventualmente surpreender pois o carro da GM tem fama de ser mais gastador. Trata-se, evidentemente, de uma fama alicerçada em produtos diferentes, como o Corcel e o Monza 1.8, e que se revelou injustificada quando confrontamos carros de mesma cilindrada (ambos os veículos testados eram 1.6 a álcool) e que denunciaram, na balança, pesos bem próximos. Com efeito o Del Rey duas portas anotou 1.006 kg contra 1.047 kg do Monza. Dispondo de potências semelhantes (72 CV o Del Rey, 73 o Monza), era também lógico que o consumo acabasse dependendo do perfil aerodinâmico dos veículos e de sua resistência ao rolamento, fator em que o Del Rey levava, aliás, pequena vantagem por dispor dos pneus Grand Prix E 70, enquanto o Monza tinha os Grand Prix S 70, ambos GoodYear na medida 185/70 SR 13.

Em uso urbano, o Monza obteve a marca de 8,26 km/l enquanto o Del Rey fazia 7,98 km/l. Em rodovia, andando a 80 km/h reais e levando apenas o motorista, o Monza também foi mais econômico, com 12,67 km/l contra 12,16 km/l do Del Rey. Somente na prova de consumo rodoviário com carga total foi que o Del Rey, que leva 363 kg contra 405 kg do Monza, foi mais econômico: 11,74 km/l contra 11,29 km/Ido carro da GM. Quanto ao desempenho, o equilíbrio é sensível. A velocidade máxima do Del Rey atingiu 148,454 km/h (com melhor passagem a 153,191 km/h) e o Monza foi a 147,844 km/h (com melhor passagem a 151,260 km/h).

Na aceleração, numa hipotética largada conjunta, o Monza pula à frente, é alcançado pelo Del Rey por volta dos 80 km/h e depois se distancia novamente, embora de pouco. Aos 100 km/h o Del Rey chega em 17,19 s enquanto o Monza gasta 16,44 s e para completar o quilômetro o Del Rey emprega 37,92 s, contra 37,30 s do Monza. E na retomada o Del Rey foi sempre melhor, em todas as faixas de velocidade, por responder um pouco mais rapidamente quando, a 40 km/h e com o câmbio em quinta marcha, calca-se fundo o pé no acelerador.

Os resultados

DESEMPENHO: os dois carros se equivalem no desempenho regular e adequado ao tipo de veículo e à finalidade a que ambos se destinam. A velocidade máxima foi de 148,454 km/h (Del Rey) e 147,844 km/h (Monza). A aceleração de 0 a 100 km/h apresentou 17,19 s (Del Rey) e 16,44 s (Monza). São marchas médias.

CONSUMO: o Monza é globalmente mais econômico do que o Del Rey, perdendo apenas em uso rodoviário com carga total (11,29 contra 11,74 km/l). Sem carga o Monza fez 12,67 contra 12,16 km/l do Del Rey. E em uso urbano o Monza conseguiu 8,26 km/l contra 7,98 km/l do Del Rey. São marcas normais, para dois carros econômicos.

MOTOR: com cilindrada semelhante (cerca de 1.600 cm3, mas o Del Rey é um pouco menor do que o Monza), o desempenho deles é equivalente. Ambos os motores podem ter carburação mais "generosa", especialmente o Monza que ganharia muito com carburador de corpo duplo. O fornecimento de potência é contínuo, sem falhas.

TRANSMISSÃO E CÂMBIO: são dois bons conjuntos, com relações de marchas corretas em seu escalonamento, mas de conceitos diferentes. No Del Rey a terceira é bem longa, para desfrutar a boa curva de torque do motor. Os engates são precisos e suaves em ambos e a transmissão não apresentou qualquer problema.

FREIOS: são dois conjuntos de mesma filosofia construtiva: disco nas rodas dianteiras, tambor nas traseiras, de acionamento hidráulico com servofreio para diminuir o esforço a ser exercido sobre o pedal. Ambos mantêm a trajetória em freadas de emergência, o que traz um sentido de segurança ao motorista.

DIREÇÃO: tem reações semelhantes nos dois carros, sua desmultiplicação faz com que não sejam muito pesadas em manobras e conservem a precisão necessária para veículos de turismo. O volante de ambos têm diâmetro correto, sua empunhadura agradável, e o do Monza é mais vertical do que o do Del Rey.

ESTABILIDADE: o Monza é mais estável do que o Del Rey, ambos tendo um comportamento fundamentalmente neutro. No limite observa-se a natural tendência da tração dianteira e sair de frente, no Del Rey, antes. De qualquer forma, usados como tranquilos carros de turismo que são, infundem confiança a todo usuário.

SUSPENSÃO: o Monza foi projetado, como todo carro moderno, para rodar em pisos asfaltados e lisos. Assim, em terrenos irregulares podem surgir alguns problemas de aderência, o que se observa em grau ligeiramente menor também no Del Rey. Em termos gerais, as duas suspensões cumprem satisfatoriamente sua tarefa.

ESTILO: é a mesma idéia: um sedã de três volumes, nascido naturalmente para ter quatro portas, transformado num duas portas (obviamente adotando portas de maior tamanho para melhorar o acesso ao banco traseiro). A transformação do Monza foi bem mais feliz do que a do Del Rey, cuja parte traseira é feia.

ACABAMENTO: é um aspecto que foi objeto de grande cuidado em ambos os carros, pois dele depende, em boa parte, a maior ou menor aceitação por parte do consumidor. Na parte exsterna a junção das chapas é efetuada corretamente; internamente os arremates são bem feitos. Ambos possuem detalhes interessantes e funcionais.

CONFORTO: os dois carros se equivalem: boa renovação de ar interno (o que permite frequentemente viajar com todos os vidros fechados), boa visibilidade geral e bancos de tamanho semelhante. Em ambos, o eventual terceiro ocupante do banco traseiro fica desprovido de apoios laterais, posição desagradável em longas viagens.

NÍVEL DE RUÍDO: há certo equilíbrio, com relativo silêncio em asfalto e alguns ruídos em pisos irregulares. No Monza, onde o ponto crítico era o painel, o problema parece ter encontrado solução, parcial embora (um julgamento definitivo só poderá ser feito com maior uso do carro, por isso não alteramos ainda sua nota).

POSIÇÃO DO MOTORISTA: o usuário fica bem acomodado nos dois carros, mas com características diferentes. No Del Rey ele fica sentado mais alto; no Monza, mais baixo (isso em relação à linha do painel), mais encaixado, o que pode dificultar um pouco encontrar a postura desejada. Visibilidade boa em ambos.

INSTRUMENTOS: em ambos (trata-se do modelo mais simples do Del Rey), apenas o suficiente, com as costumeiras luzes-espiã substituindo vários mostradores. Se no carro da Ford isto é justificável por se tratar do modelo mais simples, no Monza, com sua versão SL/E, é criticável, pois deveria ter o mesmo painel da versão alemã de luxo.

PORTA-MALAS: o Monza tem maior capacidade de carga, levando objetos num total de 410 litros, contra 328 do Del Dey. Mas seu estepe, colocado deitado abaixo do plano de carga, obriga, para sua utilização, a retirar toda a bagagem. Isto não acontece com o Del Rey, onde o estepe fica de pé.

Conclusão

Del Rey e Monza buscam a mesma faixa de mercado, e para isso oferecem conforto e desempenho semelhantes, com uma certa maior economia de combustível para o Monza. Estilisticamente, nestas versões de duas portas, o Monza é mais equilibrado e agradável, a parte traseira do Del Rey merecendo reparos. E o preço permite escolher entre o Dei Rey (a versão mais simples da linha) e a versão de luxo do Monza, pelo que a escolha acaba sendo um caso de preferência pessoal.

Ficha técnica - Monza

Motor: dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, quatro tempos, refrigerado a água; diâmetro dos cilindros, 80,0 mm; curso dos pistões, 79,5 mm; cilindrada, 1598 cm3; taxa de compressâo, 12:1; comando de válvulas no cabeçote, válvulas de admissão e escapamento no cabeçote; potência máxima, 72 CV (53,0 kW) ABNT a 5.200 rpm; torque máximo, 12,6 mkgf (123,5 Nm) ABNT a 2.600 rpm; alimentação por um carburador de corpo simples e fluxo descendente; combustível, álcool. Transmissão: embreagem monodisco a seco de acionamento mecânico; câmbio de cinco marchas sincronizadas para a frente e ré, com alavanca de mudanças no assoalho; relações: 1ª) 3,42:1; 2ª) 1,95:1; 3ª) 1,28:1; 4ª) 0,89:1; 5ª) 0,71:1; ré) 3,33:1; diferencial) 4,19:1; traçâo dianteira. Carroceria, chassi: carroceria de chapas de aço estampadas, sedã, três portas, cinco lugares; estrutura monobloco. Suspensão: dianteira, independente, McPherson, braços inferiores transversais, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos telescópicos e barra estabilizadora; traseira, semi-independente, com eixo trabalhando em torção, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos telescópicos e barra estabilizadora. Freios: a disco nas rodas dianteiras e a tambor nas traseiras, com acionamento hidráulico e servofreio; freio de estacionamento mecânico atuando nas rodas traseiras. Direção: mecânica, de pinhão e cremalheira. Rodas, pneus: rodas de liga leve, com aro de 13 polegadas e tala de 5,5 polegadas; pneus 185/70 SR 13, radiais. Dimensões: comprimento, 436,6 cm; largura, 166,8 cm; altura, 135,8 cm; distância entre-eixos, 257,4 cm; bitolas dianteira e traseira, 140,6 cm; altura livre do solo, 14,8 cm. Capacidade do tanque: 61 litros. Peso: 1.047kg.

Ficha técnica - Del Rey

Motor: dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, quatro tempos, refrigerado a água; diâmetro dos cilindros, 76,9 mm; curso dos pistões, 83,5 mm; cilindrada, 1.555 cm3; taxa de compressão, 12:1; comando de válvulas lateral, válvulas de admissão e escapamento no cabeçote; potência máxima, 73 CV (53,7 kW) ABNT a 5.200 rpm; torque máximo, 11,9 mkgf (116,2 Nm) ABNT a 3.600 rpm; alimentação por um carburador de corpo duplo e fluxo descendente; combustível, álcool. Transmissão: embreagem monodisco a seco de acionamento mecânico; câmbio de cinco marchas sincronizadas para a frente e ré, com alavanca de mudanças no assoalho; relações: 1ª) 3,12:1; 2ª) 1,91:1; 3ª) 1,27:1; 4ª) 0,95:1; 5ª) 0,75:1; ré) 3,62:1; diferencial) 3,84:1; tração dianteira. Carroceria, chassi: carroceria de chapas de aço estampadas, sedã, duas portas, cinco lugares; estrutura monobloco. Suspensão: dianteira, independente, braços triangulares inferiores, braços simples superiores, braços tensores diagonais, barra estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos; traseira, eixo rígido, braços tensores longitudinais, um braço triangular superior e dois inferiores, barra estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos. Freios: a disco nas rodas dianteiras e a tambor nas traseiras, com acionamento hidráulico e servofreio; freio de estacionamento atuando nas rodas traseiras. Direção: mecânica, de pinhão e cremalheira. Rodas, pneus: rodas de aço estampadas com aro de 13 polegadas e tala de 5 polegadas; pneus 185/70 SR 13, radiais. Dimensões: comprimento, 449,8 cm; largura 167,6 cm; altura, 134,5 cm; distância entre-eixos 243,8 cm; bitola dianteira, 136,7 cm; bitola traseira, 133,3 cm; altura livre do solo, 13,0 cm. Capacidade do tanque: 57 litros. Peso: 1.006 kg.

Os números do teste

Aferição do velocímetro (km/h reais)

Velocidade indicada DEL REY MONZA

40

36,524

38,294

60

55,671

56,959

80

75,462

77,232

100

93,966

96,540

120

114,239

116,492

140

133,547

134,834

.Consumo a velocidade constante (km/l)

Velocidade real
(km/h)
Marcha
usada
DEL REY MONZA
40 13,31 15,08
60 13,73 12,90
80 11,49 10,30
100 9,76 8,30
120 7,87 6,24

...Consumo médio (km/l)

 

DEL REY MONZA
Na cidade 7,98 8,26
Na estrada, a 80 km/h reais, com carga máxima 11,74 11,29
Na estrada, a 80 km/h reais, só com motorista 12,16 12,67

Aceleração (tempo em segundos)

Var. velocidade real (km/h)

DEL REY

MONZA

Marchas usadas

Tempo (s)

Marchas usadas

Tempo (s)

.................0 - 40 3,73 3,49
.................0 - 60 1ª/2ª 6,94 1ª/2ª 6,44
.................0 - 80 1ª/2ª/3ª 10,41 1ª/2ª/3ª 10,41
0 - 100 1ª/2ª/3ª 17,19 1ª/2ª/3ª 16,44
0 - 120 1ª/2ª/3ª 26,46 1ª/2ª/3ª/4ª 26,11
0 - 140

1ª/2ª/3ª/4ª

44,85 1ª/2ª/3ª/4ª 43,66

...Distância percorrida (metros por segundo)

 

DEL REY MONZA
0 - 500 m 23,52 s 23,03 s
0 - 1000 m 37,92 s 30,30 s

Velocidade máxima na pista de testes (km/h reais)

  DEL REY MONZA

Média de 4 passagens

148,454 147,844
....................Melhor passagem 153,191 151,260

Retomada de velocidade (tempo em segundos)

Var. velocidade real
(km/h)
Marcha
usada
DEL REY MONZA
..............40 - 60 10,73 11,43
..............40 - 80 21,27 22,48
..............40 - 100 33,12 35,06
..............40 - 120 47,25 48,65

40 - 1000 m

44,39 45,23

Velocidade máxima nas marchas (km/h reais)

Marcha usada DEL REY MONZA

46

43

76

73

118

116

153

151

153

151

Espaço de frenagem (metros)

Var. velocidade real (km/h) DEL REY MONZA

............................40 - 0

9,21

8,50

............................60 - 0

19,05

18,55

............................80 - 0

32,50

32,80

100 - 0

52,86

49,70

120 - 0

75,00

71,10

freio de mão (60 - 0)

46,30

44,30

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