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Oficina Mecânica

A reportagem a seguir foi cedida e autorizada pela revista "Oficina Mecanica" para publicação exclusiva no Monza Clube. Aproveite para visitar o site da revista clicando na imagem ao lado.

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Teste comparativo: Monza SL/E x Santana 2000 GLS

(Edição nº 59, julho de 1991).

 
Monza e Santana lado a lado

Monza e Santana são dois carros médios luxuosos nacionais. O Monza foi reestilizado na dianteira e na traseira, e o Santana praticamente com nova carroceria. Por isso, OFICINA MECÂNICA realizou um teste comparativo entre um Santana 2000 GLS duas portas e o Monza SL/E 2.0 quatro portas, ambos com motor a gasolina. Tanto o novo Santana como o Monza 91 ficaram bem mais atraentes que os modelos anteriores, que já sentiam o peso dos anos. O Santana foi o que sofreu mais modificações e, por isso, chama mais atenção por onde passe. Seu grande destaque é a traseira, curta e alta, lançada no Brasil com as linhas Verona/Apollo. Visto por trás, o novo Santana exibe traços típicos europeus da atualidade, lembrando muito a Mercedes Benz 190E, por exemplo. A tampa do porta-malas do Santana agora é bem mais curta, com vidro traseiro bem inclinado e curvo (antes era quase plano). A tampa do porta-malas agora estende-se até o nível do parachoque (como no Fiat Prêmio) facilitando colocação e retirada de bagagem.

Porta-malas do Monza Porta-malas do Santana

No Monza, a alteração mais evidente é também na traseira, tendo a placa passado para o parachoque. O resultado dessa alteração de posição da placa é muito controvertido, passando a existir os que aprovam o novo visual traseiro e os que o detestam. Também, o vão da abertura do porta-malas do Monza agora vai até o parachoque, mas a tampa é maior, resultando em acesso ao porta-malas bem melhor que no novo Santana. As lanternas traseiras também foram mudadas nos dois carros: no Monza, passaram a ser trapezoidais, enquanto no Santana mantêm o formato horizontal, embora tenham sido reestilizadas.

Novas dianteiras

As modificações de dianteira foram grandes em ambos os carros. No Santana ocorreram mais mudanças. Sua grade agora é inclinada e mais atual do ponto de vista aerodinâmico. Foram usados faróis de menor altura, tudo resultando num visual mais atual. Por sua vez, o Monza também teve a dianteira toda alterada, o que o deixou um pouco parecido com o Opel Vectra alemão.

Em destaque, a nova frente do Santana Um perfil do Monza

Outro destaque do Santana é o parabrisa mais inclinado. Ao volante, percebe-se como o parabrisa ficou mais distante dos bancos dianteiros pela profundidade do painel. Com a modificação, o Santana ficou com perfil aerodinâmico melhor que o Santana anterior. Tudo isso resultou em menor coeficiente aerodinâmico (Cx), segundo a Autolatina, que passou de 0,39 para 0,37. Já o Monza também melhorou em aerodinâmica, baixando de 0,41 para 0,39 _também segundo a fábrica_ graças ao capô mais longo e com maior inclinação, e ao pequeno spoiler incorporado à tampa do porta-malas.

Em termos estéticos e de atualização, a grande vantagem do Santana sobre o Monza foi a eliminação de calhas. Na reestilização do Santana, a Volkswagen aproveitou o trabalho mais amplo que fez na carroceria para a retirada das calhas, recurso importante e atual. No caso do Monza, cujo trabalho de atualização praticamente se limitou à dianteira e traseira, as calhas permaneceram, comprometendo assim, um pouco a aerodinâmica.

Igualdades e diferenças

Os dois carros têm muito em comum, e também aspectos bem diferenciados. Seus motores são de mesma cilindrada básica, 2.000 cc. Ambos têm comando de válvulas no cabeçote, movido por correia de borracha dentada. Mas o motor do Monza é mais atual por dois aspectos: tem distribuidor acionado direto pelo comando de válvulas, e é crossflow, ou seja, tem fluxo de gases cruzado. Nesse caso, a mistura entra por um lado e os gases queimados saem por outro, com maior eficiência da queima da mistura.

No Santana isso não acontece. A alimentação é por carburador de corpo duplo (Brosol 3E em ambos) e a tração é nas rodas dianteiras, com câmbio de cinco marchas. Suspensão dianteira tipo McPherson e traseira por eixo de torção, molas helicoidais nas quatro suspensões, freios a disco ventilado na dianteira e a tambor na traseira, com duplo circuito em diagonal, completam os pontos em comum.

O motor do Monza
O motor do Santana

As diferenças começam na disposição do motor, que é longitudinal no Santana e transversal no Monza. O motor transversal é um recurso mais atual e adotado mundialmente em carros pequenos e médios, por reduzir o espaço ocupado pelo motor. Os motores longitudinais só se justificam em carros grandes de tração traseira, o que não é o caso do Santana. Ao contrário do que se esperava, a Autolatina não alterou a posição do motor no novo Santana, que continua longitudinal. O único beneficio é a facilidade para a ligação alavancal câmbio, em geral proporcionando suavidade e precisão de engate de marchas.   O câmbio do Santana é nacional, enquanto o do Monza é importado da lsuzu japonesa. No Santana, o comando de válvulas movimenta as válvulas diretamente, enquanto no Monza o sistema é indireto, por "dedos" ou alavancas existentes entre os ressaltos e as válvulas, sistema que vem sendo cada vez mais usado em todo o mundo, em especial nos carros japoneses. Além disso, no motor do Monza a compensação de folga de válvulas é automática, por meio de tuchos hidráulicos, dispensando manutenção e tornando-o mais silencioso, o que não acontece no motor VW AP-2000 (só o motor 2000 com injeção de combustivel tem tuchos hidráulicos). Outra diferença importante é o acionamento da bomba d'água, junto com o alternador no Santana, e separado, no Monza. Assim, no Monza, a bomba d'água é movimentada pela correia dentada do comando (em caso de quebra da correia do alternador o carro não pára). Fora isso, no Monza 91 a correia do alternador jamais precisa ser retensionada e sua duração é prevista para toda a vida útil do veículo.

Interiores

Interior do Monza

Os dois modelos apresentam interiores bem cuidados, tendo o Monza 91 passado a adotar forro de teto pré-moldado. Mas no Santana, por ser um novo carro, percebe-se grandes mudanças, como a reformulação total do painel de instrumentos, agora no estilo alemão atual. Os dois instrumentos principais deram lugar a três, com iluminação vermelha.     No Monza SL/E, não houve mudança em relação ao modelo anterior, exceto por novas padronagens dos tecidos. O Monza continua sem regulagem de altura do banco do motorista (um item essencial para pessoas de baixa estatura) mas, em compensação, o volante de direção pode ter sua altura regulada. Os bancos do Santana são amplos e com bom apoio lateral. Seus cintos de segurança mantêm-se esticados junto ao corpo. Já o Monza, traz cinto de segurança no padrão norte-americano, onde é possível deixar o cinto mais frouxo, sem que isso comprometa a segurança.

Interior do Santana

Assim, os cintos de segurança do Monza são mais confortáveis que os do Santana. Por sua vez, os cintos de segurança têm os fechos fixados ao banco no Santana e ao assoalho no Monza; a fixação ao banco é o padrão mais adotado internacionalmente. No Santana, o comando dos vidros acionados eletricamente saiu da porta e voltou para o console, e os apoios de cabeça passaram a ser vazados, como no Gol GTS/GTI, melhorando a sensação de arejamento interno e a visibilidade para trás.

Comportamento e desempenho

Toda a nova linha Santana passou a adotar rodas de 14 polegadas, antes usadas só nas versões Executivo e GL. O GLS agora vem com pneus 195/60 HR 14 e o CLI com 185/65 TR 14. O Monza manteve o aro de 13 polegadas no SL e SL/E (apenas o Classic recebeu rodas de 14 polegadas), com pneus 185/70 SR 13.

Roda do Monza Roda do Santana

Dessa forma, o Santana GLS deveria ter um comportamento mais agressivo em curva, porém, a suspensão dianteira é um pouco dura e a traseira um pouco macia, o que chega a desequilibrar o carro em curvas. Além disso, a nova distribuição de peso entre os dois eixos torna o carro bem menos preciso que o Santana anterior.

O Monza continua utilizando amortecedores hidráulicos, tendo o Santana passado a usar os pressurizados. Mas não há diferença de comportamento e conforto no carro da Autolatina em função dos novos amortecedores. Os dianteiros, inclusive, poderiam ter calibragem para maior firmeza em altas velocidades, sem prejuízo para o conforto.

Nesse aspecto, o Monza mostra-se mais equilibrado, com melhor compromisso entre conforto e firmeza. Até sua direção hidráulica não progressiva melhorou, devido a mudanças internas (válvulas, segundo a GM). Agora, o "peso" da direção diminui pouco em altas velocidades, para maior segurança no caso de mudança súbita de direção.

Volante do Monza Volante do Santana

Mas o volante do Santana, novo e de quatro raios, além de muito grande é grosso. Conjugado com a direção hidráulica um pouco "pesada" é um dos responsáveis pela dirigibilidade "estranha" do Santana. Mas os carros são suficientemente seguros para não pegar o motorista de surpresa em emergências.

Comparando os desempenhos, o Santana leva uma nítida vantagem. Sua velocidade máxima (média de quatro passagens) foi de 185,3 km/h, no teste, bem maior que o Monza, que "estacionou" em 167,6 km/h. As melhores passagens nos dois carros foram, respectivamente, 188 e 172,8 km/h.

O motor do Santana é mais potente, com 109 cv a 5.200 rpm, contra 99 cv a 5.600 do Monza, e sua aerodinâmica é superior, a julgar pelos números fornecidos pelas fábricas. Isto justifica a diferença de rendimento. Mas o câmbio do Santana, agora com diterencial mais longo, tem velocidade máxima em quinta marcha, com motor a 5.050 rpm, muito próximo da rotação de potência máxima que é 5.200 rpm; o Monza fica no esquema "4 + E" (quatro marchas reais e uma de economia), onde a rotação torna-se excessiva em quarta e insuficiente em quinta (4.700 rpm). Talvez uma mudança de redução final proporcionasse melhores resultados no Monza.

Nas acelerações e retomadas o Santana também é mais rápido, gastando 11,6 segundos para ir de zero a 100 km/h, contra 12,9 do Monza. A vantagem do Santana também existe nas retomadas de velocidade em quinta marcha, com a diferença de quase cinco segundos de 40 a 100 km/h (21,4 s contra 26,3 s). Embora nao se vá explorar toda a capacidade de aceleração e retomada de velocidade no dia-a-dia, o novo Santana exibe maior disposição para algumas situações encontradas diariamente, como ultrapassagens em espaços pequenos. E um carro que "veste" melhor o motorista. Não deveria ser assim, devido às cilindradas praticamente iguais (a do Santana é ligeiramente menor, 1.984 cc contra 1.998 cc) e pesos muito próximos (Santana 1.160 kg e Monza 1.120 kg).

O Monza, por outro lado, mostrou maior capacidade de frenagem, parando em espaços menores, exceto a 40 km/h. Os freios do Santana testado estavam com tendência a travamento de rodas dianteiras, enquanto que o equilíbrio dianteiro/traseiro estava perfeito no Monza SL/E. Os dois freios não exibiram superaquecimento exagerado em descidas de serra, devido aos discos de freio ventilados na dianteira.

Consumo

Foram observadas diferenças de consumo entre os dois. Em velocidade constante, na estrada, o Santana só foi melhor a 40 km/h, perdendo a 60, 80 e 100 km/h (só ganhou a 120 km/h). A maior diferença, com o Santana consumindo 11,7% a mais que o Monza, foi a 100 km/h. Na cidade, o Monza também saiu-se melhor, com consumo 9,3% menor que o Santana. De qualquer maneira, são diferenças pequenas, mas que podem influir numa decisão de compra. Considerando o porte nos dois modelos, são resultados bons.

Não é como parece

Maquiagem, reestilização ou face-lift significam o mesmo quando se trata de automóveis: pega-se um carro "velho" em termos de mercado, faz-se mudanças significativas em termos estéticos e pronto, surge um carro "novo". No Brasil, isto também não é novidade. Os Simca e DKW passaram por sucessivas "maquiagens" ainda nos anos 60; o Fusca, por sua vez, a partir do mesmo conjunto mecânico e plataforma, deu origem a diversos carros, como Karmann-Ghia; Brasilia, Variant e muitos outros.

A grande reestilização aconteceu pela primeira vez em 1963, quando o Aero Willys perdeu sua carroceria original arredondada e ganhou uma mais "atual", desenvolvida no Brasil, considerada por muitos como uma esquisita "colcha de retalhos". Depois, foi a vez do Corcel, que foi extensamente modificado e, em 1978, se transtormou no Corcel II, e daí no Del Rey. Em termos de modificações pequenas, praticamente todos os carros sofrem, quase a cada ano, ligeiras "maquiagens", onde trocas de faróis, lanternas, grades e frisos diferenciam o modelo de um ano para outro.

No caso dos dois carros testados, Santana e Monza, tem-se dois bons exemplos de uma reestilização bem ampla (Santana), que manteve do carro anterior toda a plataforma, mecânica e portas, e uma reestilização menor, como a do Monza, onde dianteira e traseira sofreram profundas alterações, permanecendo o restante do carro idêntico. Com isso, cria-se um carro "todo novo" para o mercado, e as montadoras economizam milhões de dólares em projeto e desenvolvimento. Assim, quando o consumidor dirige um carro reestilizado, corre o risco de perceber um velho conhecido vestido com roupas mais novas e atraentes.

Ficha técnica - Monza SL/E 2.0

Motor: dianteiro, transversal, de quatro cilindros em linha, 1998 cc. Diâmetro e curso dos pistões 86 x 86 mm. Taxa de compressão 8,8:1. Potência máxima (líquida) 99 cv a 5.600 rpm; torque máximo (líquido) 16,2 kgf.m a 3.500 rpm. Alimentação por carburador duplo, dois estágios, descendente. Combustível: gasolina. Transmissão: câmbio manual de cinco marchas à frente e uma à ré, com as seguintes relações: 1ª) 3,55; 2ª) 1,95; 3ª) 1,28; 4ª) 0,89; 5ª) 0,71; ré 3.33. Diferencial com par de engrenagens cilíndricas helicoidais, relação 4,18:1. Tração dianteira, embreagem monodisco a seco, acionamento mecânico por cabo. Direção: pinhão e cremalheira. servoassistida, relação 16,0:1, diâmetro mínimo de curva 11,3 metros. Suspensão: dianteira tipo Mcpherson com braço de controle triangular, mola helicoidal e amortecedor hidráulico; estabilizador; raio negativo de rolagem. Traseira: eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor hidráulico e estabilizador. Freios: de serviço, hidráulico servoassistido, duplo circuito em diagonal, dianteiro a disco ventilado, traseiro a tambor autoajustável. De estacionamento, mecânico agindo sobre as rodas traseiras, por meio de alavanca entre os bancos dianteiros. Rodas e pneus: rodas de liga-leve 5,5 x 13 polegadas. Pneus radiais sem câmara 185/65 SR 13. Dimensões: comprimento total 4.493 mm; largura 1.668 mm; altura 1.346 mm; distância entre-eixos 2.574 mm; bitola dianteira/traseira 1.406 mm; altura livre do solo 170 mm. Capacidades: combustível, 57 litros; motor com filtro, 4,0 litros; porta-malas, 565 litros. Pesos: em ordem de marcha 1.120 kg; carga útil, 475 kg. Sistema elétrico: 12V, alternador 65A, bateria 55 A.h.

Ficha técnica - Santana GLS 2000

Motor: quatro cilindros em linha, 1984 cc. Diâmetro e curso: 82,5 x 92,8 mm. Taxa de compressão: 9,0:1. Potência máxima (líquida) 109 cv a 5.200 rpm. Torque máximo (líquido) 170,1 N.m/17,4 kgf.m a 3.000 rpm. Alimentação por carburador de corpo duplo progressivo. Combustível: gasolina. Transmissão: caixa manual de cinco marchas à frente e uma à ré, com as seguintes relações: 1ª) 3,45; 2ª) 1,94; 3ª) 1,29; 4ª) 0,97; 5ª) 0,80; ré 3,17 (opcionalmente, caixa automática com três velocidades à frente e uma à ré). Diferencial hipóide, relação 3,89:1. Tração dianteira, embreagem monodisco a seco, acionamento mecânico por cabo com regulagem automática. Direção: pinhão e cremalheira. servoassistida, 3,1 voltas de batente a batente, diâmetro mínimo de giro 10 metros (na roda dianteira externa), 11 metros no veículo. Suspensão: dianteira: Mcpherson, braço transversal triangular, mola helicoidal, amortecedor pressurizado a gás e estabilizador; traseira: eixo de torção, mola helicoidal com batente de celasto e amortecedor pressurizado. Freios: de serviço, hidráulico servoassistido com duplo circuito em diagonal, disco ventilado na dianteira e tambor na traseira autoajustável. Freio de estacionamento mecânico agindo sobre as rodas traseiras, com acionamento por alavanca entre os bancos. Rodas e pneus: rodas de liga-leve 6 J x 14, estepe em aço 6 J x 14, pneus 195/60 R 14 sem câmara. Dimensões: comprimento/altura/largura: 4.572/1.686/1.417 mm; distância entre-eixos 2.548 mm; bitola dianteira/traseira 1.414/1.422 mm; altura livre do solo 152 mm. Capacidades: combustível, 72 litros; motor com filtro, 3,5 litros; porta-malas, 530 litros. Pesos: em ordem de marcha 1.160 kg; carga útil, 440 kg. Sistema elétrico: 12V, alternador 90A, bateria 54 A.h.

Os números do teste

.Aferição do velocímetro (%)

 

..MONZA

..SANTANA
Velocidade indicada
(km/h)
Vel. real
(km/h)
Erro
(%)
Vel. real
(km/h)
Erro
(%)
40 37,2 7,5 37,2 7,5
60 56,0 7,1 56,0 7,1
80 77,0 3,8 77,0 3,8
100 96,1 4,0 96,1 4,0
120 117,4

2,2

117,4 2,2

Consumo médio (km/l)

Velocidade real (km/h)

MONZA

SANTANA

40

13,7

14,7

60

15,9

15,2

80

15,3

13,6

100

13,6

12,0

120

10,8

11,2

Cidade

9,4

8,6

Aceleração (tempo em segundos)

Var. velocidade real (km/h)

MONZA SANTANA
.........................0  -  40 3,0 2,9
.........................0  -  60 5,6 5,3
.........................0  -  80 8,3 7,8
0  -  100 12,9 11,6
0  -  120 20,1 15,7

Velocidade máxima na pista de testes (km/h reais)

  MONZA

SANTANA

Média de 4 passagens 167,8 185,3
Melhor passagem 172,8 188,0

Retomada de velocidade (tempo em segundos)

Var. velocidade real
(km/h)
Marcha
usada
MONZA SANTANA
.................40 - 60 9,3 8,1
.................40 - 80 17,6 14,6
40 - 100 26,3 21,4
40 - 120 37,4 23,5

Espaço de frenagem (metros)

Var. velocidade real (km/h)

MONZA

SANTANA

...........................40 - 0

5,6

4,7

...........................60 - 0

12,4

12,7

...........................80 - 0

19,4

26,8

100 - 0

32,4

41,4

120 - 0

52,8

56,4

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