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Oficina Mecânica

A reportagem a seguir foi cedida e autorizada pela revista "Oficina Mecanica" para publicação exclusiva no Monza Clube. Aproveite para visitar o site da revista clicando na imagem ao lado.

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Teste comparativo: Monza 500 EF x Santana 2000i EX

(Edição nº 44, março de 1990).

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Acelerando os dois carros

Dois executivos estão a caminho de seus escritórios, cada um deles dirigindo seu próprio automóvel. Ao se encontrarem na estrada um olha para o carro do outro, o comportamento esperado. Do ritmo calmo e confortável que ambos mantinham, os respectivos pés direitos vão afundando e tornando a viagem cada vez mais rápida. Mas não menos segura. Quando o velocímetro marca 180 kmlh, um dos senhores começa a se distanciar. O seu velocímetro chega a marcar 187 km/h. Chegando ao escritório, os executivos estão tão elegantes como quando saíram de casa. Cumprimentam-se trocam detalhes sobre os carros: um Santana 2.000 Executivo e um Monza 2.0 500 EF, ambos equipados com injeção eletrônica de gasolina. Os dois mais caros automóveis nacionais estão também incluídos entre os mais velozes. A velocidade máxima atingida pelo Monza 500 EF foi de, em média de quatro passagens em pista plana e reta, ao nível do mar, 186,7 km/h, maior que os 180,1 km/h atingidos pelo Santana EX nas mesmas condições.

Em comum, os dois carros têm muita coisa: são versões especiais de produção limitada dos respectivos "top" de linha (Monza Classic SE 2.0 e Santana GLS 2.000), ambos com motores de 2000 cc, alimentados por sistema de injeção eletrônica, interior com forração dos bancos, laterais e volante em couro e pouquíssimos itens opcionais (a maioria dos equipamentos de luxo são normais da série).

Um detalhe que logo chamou a atenção nos dois carros durante os testes é a facilidade com que se pode pilotá-los esportivamente. Seus potentes motores aliados às suspensões recalibradas, garante maior segurança em altas velocidades, sem prejuízo do conforto. Mas o público a que se destina o Santana EX e o Monza 500 EF é bem selecionado, certamente para pessoas mais maduras e de maior poder aquisitivo. Nesse caso é o preço dos modelos que vai se incumbir de fazer essa seleção (eles custam cerca de 50% a mais que as versões mais caras das respectivas linhas normais de série).

Desempenho

A intenção da Volkswagen e da General Motors, ao introduzir as versões executivas do Santana e Monza, não era tornar os veículos muito rápidos ou esportivos. Ou pelo menos não deveria ser. Ocorre que, para torná-los atraentes para a faixa de mercado a que se destinam, toda a tecnologia disponivel deveria ser utilizada. A injeção de combústivel não aumenta tanto o desempenho de um motor, mas faz com que a energia do combustível seja aproveitada ao máximo com menor emissão de poluentes e melhoria de consumo. Ésse é o grande trunfo.

O que torna o desempenho do Santana e do Monza com injeção invejável são seus motores de 2.000 cc, por si só bastante eficientes para os padrões brasileiros. Para provar isso, basta comparar as potências desses motores _a gasolina_ com as potências obtidas nas versões a álcool com carburador: 116 cv (no Monza EF) contra 110 cv no Monza à álcool; é exatamente os mesmos 125 cv no Santana, a injeção ou a álcool.

O motor do Monza O motor do Santana

Antes de qualquer medição de desempenho, dirigir um e outro carro parece levar a uma precipitada conclusão final: o Monza 500 EF é um carro muito mais lerdo que o Santana Executivo. Puro engano. O grande problema do Monza testado é que o acelerador estava duro demais, chegando até causar dor no pé direito. Isso apagou um pouco o brilho do seu excelente desempenho. Já o Santana EX, com seus comandos mais leves e fáceis (cãmbio com engate macio e preciso), causava a impressão de que era mais rápido que o Monza.

As médias de velocidade máxima em quatro passagens (duas em cada sentido para eliminar o efeito do vento) foram de 186,7 km/h para o Monza e 180,1 km/h para o Santana. As melhores marcas foram, respectivamente, 187,0 kmlh e 181,3 km/h. Não foi só na velocidade máxima que o Monza EF levou vantagem. Consumo a velocidade constante e aceleração foram muito melhores que o Santana EX. De 60 a 120 km/h constantes, o consumo de combustível do Monza chegou a ser 26% melhor que o do Santana. A 40 km/h constantes, o Monza perde por ter a quinta marcha muito longa, fazendo o motor trabalhar muito abaixo do regime ideal.

Na aceleração, uma surpresa: o Monza 500 EF levou de zero a 100 km/h reais apenas 10,3 segundos, tempo muito próximo de esportivos bem mais leves. O Santana Executivo, no entanto, não decepcionou: acelerou de zero a 100 Km/h em 10,6 segundos. A respeito da aferição dos velocímetros, os dois carros apresentaram erros bem baixos. Isso mostra que as montadoras estão se preocupando cada vez mais em fornecer informações corretas e confiáveis ao motorista, através do painel de instrumentos.

Mecânica

Com exceção dos sistemas de injeção eletrônica de combustível, tipo LE-Jetronic, da Bosch, as partes mecânicas do Monza 500 EF e do Santana Executivo são praticamente idênticas às dos veiculos de que derivam. Mas entre si, os dois carros testados mantém diferenças conceituais, principalmente de motor.

O motor do Monza 500 EF é mais atualizado, tem quatro cilindros em linha, é refrigerado a água e está montado transversalmente na dianteira do veículo. Ele conta com algumas qualidades não presentes em outros motores nacionais, como o distribuidor acionado diretamente pelo comando de válvulas, no cabeçote, e a bomba d´água movimentada pela correia dentada do comando, ficando a correia trapezoidal incumbida de acionar apenas o alternador. Uma vantagem quando a correia se rompe, pois a refrigeração não fica comprometida, podendo o veiculo trafegar perfeitamente enquanto a bateria dispuser de carga. Esse motor tem ainda cabeçote com fluxo cruzado de gases (cross-flow), com admissão de um lado e escapamento de outro.

A cilindrada exata desse motor GM é de 1.998 cc, com pistões de 86,0 mm de diâmetro e 86,0 mm de curso, Essas medidas caracterizam o motor como perfeitamente quadrado (diâmetro igual ao curso) fornecendo bom torque em baixas rotações e ampla faixa de potência. É um motor bastante equilibrado. A potência máxima desenvolvida é de 116,0 cv a 5.400 rpm, com torque máximo de 17,8 kgf.m a 3.000 rpm.

Já o motor do Santana Executivo, também de quatro cilindros em linha, refrigerado a água e dianteiro, é montado longitudinalmente, em uma soluçâo mais antiga (ocupa mais espaço). Esse motor náo tem detalhes especiais como o do Monza, pois a admissâo e o escapamento ficam do mesmo lado, mas ele conta com a eficiente ignição eletrônica mapeada EZ-K, da Bosch, com sensor de detonaçâo. Isso permite que a taxa de compressao seja de 10,0 : 1, maior que a do Monza, que é de apenas 8,8:1.

O motor do Santana desloca uma cilindrada exata de 1.984 cc, com pistões de 82,5 mm de diâmetro e de 92,8 mm de curso, característica de um motor subquadrado (curso maior que o diâmetro dos pistões). Daí seu melhor torque juntamente com maior taxa de compressâo: 19,5 kgf.m a 3.000 rpm. A potência máxima do motor da Santana EX também é maior: 125,0 cv a 5.800 rpm. Como no Monza, a folga das válvulas tem compensaçâo automática.

Cada um dos carros apresenta soluções diferentes nas relações de câmbio: o Monza 500 EF tem câmbio tipo 4+E, com a quinta marcha overdrive, de economia, igual ao câmbio dos Monza comuns. Já o Santana Executivo foi dotado do mesmo câmbio do Gol GTi, de cinco marchas reais. Mas o resultado foi melhor no Monza, já que a quinta do Santana ficou um pouco longa (a sua velocidade máxima poderia ser a melhor se a relação do diferencial fosse mais curta). A 180 km/h o motor do Santana gira apenas a 5.500 rpm, longe dos 5.800 rpm da potência máxima, e a quarta atinge apenas 157 km/h, No Monza, a quarta tem uma relaçao "confortável" (chega a 166 km/h), mas a velocidade máxima também foi atingida em quinta marcha.

Os demais componentes mecânicos dos dois carros pouco mudaram em relação às versões de série normal. As suspensões sâo muito semelhantes, dianteira independente tipo McPherson e traseira semi-independente. No Santana os amortecedores sáo pressurizados.

Os freios mudam apenas no carro da Volkswagen, uma vez que os discos dianteiros passam a ser ventilados. No Monza os discos dianteiros sempre foram ventilados. A direçâo hidráulica do Executivo é regressiva, ou seja, a maciez das manobras vai diminuindo com a velocidade, para que haja maior firmeza em estradas, a altas velocidades, por exemplo. Isso náo existe no Monza, que fica com o volante mais "solto" em velocidades maiores, requerendo uma certa atençáo por parte do motorista.

Um outro detalhe desses dois modelos de luxo pode nao parecer importante, mas faz muita diferença no conforto e na estabilidade: os pneus. O Monza utiliza pneus normais da série 70, de medidas 185/70 SR 13, enquanto que o Santana tem pneus mais largos e da série 60 (medidas 195/60 HR 14). A consequência disso é maior aderência do Santana, sentida facilmente em pilotagem mais esportiva. O Monza por ter pneus mais estreitos e altos, ganha em conforto e em economia de combustível.

Detalhes

Depois da injeção eletrônica, são os detalhes de acabamento, estética e itens de conforto que mais atrairão os compradores do Santana 2.000i Executivo e do Monza 2.0i 500 EF. E nesse aspecto os dois carros brigam pelo luxo e exclusividade.

A traseira do Monza A traseira do Santana

Externamente, as diferenças em relação aos modelos normais não são muitas. Pintura exclusiva, aerofólio traseiro e sutis filetes ou emblemas são as formas de se reconhecer um desses carros. Estranhamente o Santana não possui nenhuma indicação externa que indique ser equipado com injeção eletrônica de combustível. Já o Monza conta apenas com uma pequena letra "i" minúscula, vermelha, ao lado do logotipo "2.0" traseiro.

Praticamente não há opcionais nos dois modelos. Ar-condicionado, vidros verdes, travas elétricas das portas, acionamento dos vidros e espelhos retrovisores elétricos, revestimentos e bancos, computador de bordo (só no Monza), rádio/toca-fitas exclusivos, direção hidráulica, regulagem de altura do volante (Monza), e o aerofólio traseiro (no Santana com brake-light incorporado) fazem parte do equipamento normal dessa série. Opcionais são, no Santana, estofamento em tecido (mais confortável, mas sem o charme do couro), rodas prateadas (normalmente essas rodas de liga-leve marca BBS _importadas são oferecidas na cor ouro) e câmbio automático (de apenas três velocidades).

O Monza conta com apenas dois itens opcionais, o câmbio automático (também de três velocidades) e a pintura perolizada. Mas esse último item é compulsório, já que todos os EF saem de fábrica com esse tipo de pintura, nas cores preto ou vermelho. O EX tem disponíveis as cores Azul Astral, Vermelho Monarca e Preto Onix.

Interior do Santana Interior do Monza

Quanto ao conforto do motorista e a facilidade em operar os comandos, Monza e Santana situam-se no mesmo nível, com ligeira vantagem para o carro da Volkswagem quanto à posição e funcionalidade dos comandos. Os botões de acionamento dos vidros não são perfeitamente localizados em nenhum dos dois carros. Na lateral das portas no Santana, é preciso esforço extra e contorcionismo na mão esquerda para abrir os vidros dianteiros. Os traseiros podem ser acionados também no console central, além da lateral das portas traseiras. No Monza, todos os botões estão agrupados no console, longe do alcance do motorista. No Santana falta a coluna de direção de altura regulável, como no Monza.

O conforto e baixo nível de ruído interno nos dois carros são acima da média, com pequena vantagem do Monza devido à última marcha mais longa. Só que seu ar-condicionado, além de ser difícil de ser acionado com exatidão (controle deslizante e difícil de ser visualizado pelo motorista), rouba muita potência do motor. O do Santana tem acionamento por botões e fica ao alcance da visão de quem dirige, mas também consome muita potência do motor.

Em destaque, os faróis do Santana Em destaque, os faróis do Monza

A chegada de dois modelos não esportivos no mercado automobilístico, com injeção eletrônica de combustível, é um grande passo, uma vez que esses carros estão mais próximos dos modelos "familiares" que os esportivos. O Gol GTi, primeiro modelo nacional com injeção, utiliza o mesmo conjunto motriz do Santana Executivo. Certamente o Kadett GSi _previsto para o final do ano_, utilizará o mesmo motor do Monza 500 EF. Mas o que ainda distancia esses carros do grande público é o preço, muito alto.

Correias, o problema

No teste comparativo entre Monza 2.0i 500 EF e Santana Executivo, uma (desagradável) surpresa: os dois carros testados apresentaram problema de correia do alternador, algo que já estava no esquecimento há muito tempo. Obviamente, os dois fatos não têm nada a ver com os modelos de alto preço e desempenho testados. Poderiam acontecer com qualquer marca ou modelo de carro nacional. Tudo é questão de qualidade da peça, levando a supor existir ou ter existido dificuldade temporária com o fornecimento de matéria-prima na fabricação de correias num determinado período.

No Monza, a correia simplesmente rompeu-se, sem qualquer motivo aparente, com o carro sendo utilizado no tráfego normal com algum vigor. Felizmente, no Monza, a correia aciona apenas o alternador, garantindo o uso do veículo por pelo menos 100 quilõmetros enquanto a bateria tiver carga _ou até mais, caso não fosse um modelo a injeção, por não existir neste bomba de combustível elétrica.

Já o Santana teve problema de correia "virada", fato detectado a tempo de evitar seu rompimento. Bastou reinstá-la, tensionando-a um pouco mais que o normal, e dirigir o carro sem ultrapassar 3.500 rpm até chegar a uma concessionária para efetuar a troca. Nos Santana/Quantum equipados com ar-condicionado e direção hidráulica, como o carro testado, a substituição da correia trapezoidal exige a remoção das correias do compressor do ar-condicionado e da bomba da direção hidráulica, operação de modo algum considerada fácil.

É por isso que montadoras e fornecedores não devem cessar a busca e manutenção incessante de qualidade, mesmo num componente aparentemente simples e desprovido de importância como uma simples correia trapezoidal. Não se concebe ficar parado no meio da noite (ou de lugar nenhum) por causa de uma correia _principalmente quando se trata de carros sofisticados.

Ficha técnica: Monza Classic SE 2.0i 500 EF

Motor: dianteiro, transversal de quatro cilindros em linha, 1.998 cc. Diâmetro e curso dos pistões: 86,0 mm X 86,0 mm. Taxa de compressão: 8,81:1. Potência máxima: 116 ci a 5.600 rpm. Torque: 17,8 mkgf a 3~000 rpm. Alimentação por injeção eletrônica multiponto. Combustível: gasolina. Transmissão: tração dianteira, câmbio manual de cinco marchas à frente e uma ré, com as seguintes relações: 1ª) 3,55:1; 2ª) 1,95:1; 3ª) 1,28:1; 4ª) 0,89:1; 5ª) 0,71:1. Marcha a ré: 3,33:1. Diferencial: 4,19:1. Suspensão: dianteira, independente tipo McPherson, mola de ação linear, braço de controle inferior, barra eslabilizadora e amortecedor telescópico de dupla ação. Traseira com mola helicoidal de ação progressiva tipo "barril", com barra de torção e amortecedor telescópico de dupla ação. Freios: duplo circuito em diagonal, com auxiliar a vácuo, disco ventilado na dianteira e a tambor com válvulas equalizadoras de frenagem na traseira. Rodas e Pneus: rodas de liga-leve de 13 polegadas. Pneus radiais 185/70 SR 13, sem câmara. Dimensões: comprimento total: 4.336 mm; largura: 1.668 mm; altura: 1.357 mm; distância entre eixos: 2.574 mm; bitola dianteira: 1.406 mm; bitola traseira: 1.406 mm. Capacidades: reservatório de combustível: 61 litros; porta-malas: 510 litros; carga útil: 475kg; peso em ordem de marcha: 1.048 kg.

Ficha técnica: Santana 2000i Executivo

Motor: dianteiro longitudinal, de quatro cilindros em linha, 1.984 cm3. Diâmetro de curso dos pistões: 82,5 mm X 92,8 mm, taxa de compressão 10,0:1. Potência máxima: 125 cv a 5.800 rpm. Torque: 19,3 mkgf a 3.000 rpm. Alimentação por injeção eletrônica multiponto. Combustível: gasolina. Transmissão: tração dianteira, câmbio manual de cinco marchas a frente mais a ré, com as seguintes relações: 1ª) 3,45:1; 2ª) 1,94:1; 3ª) 1,29:1; 4ª) 0,97: 1; 5ª) 0,80:1; marcha à ré: 3,17:1. Diferencial: 4,11:1. Direção: tipo pinhão e cremalheira, 3,1 voltas de batente a batente servo assistida. Diâmetro mínimo de curva: 10,2 metros. Suspensão: dianteira: independente tipo McPherson, com braço triangular transversal, mola helicoidal de ação linear, amortecedor telescópico hidráulico pressurizado de dupla ação e barra estabilizadora. Traseira: eixo de torção, mola helicoidal de ação progressiva e amortecedor telescópico hidráulico de dupla açâo. Freios: hidráulicos, dianteiros a disco ventilado e traseiros a tambor, com servo-acionador e duplo circuito em diagonal. Freio de estacionamento mecânico, com ação nas rodas traseiras. Rodas e Pneus: rodas de liga-leve de 14 polegadas, pneus radiais medida 195/60 HR 14, sem câmara. Dimensões: comprimento total, 4,527 mm; largura: 1.695 mm; altura: 1.402 mm; distância entre eixos: 2.550 mm; bitola dianteira: 1.414 mm; bitola traseira: 1.422 mm. Capacidades: reservatório de combustível: 72 litros; porta-malas: 500 litros; carga útil: 445 kg; peso em ordem de marcha: 1.140 kg.

Os números do teste

.Aferição do velocímetro (%)

 

MONZA

SANTANA
Velocidade indicada
(km/h)
Vel. real
(km/h)
Erro
(%)
Vel. real
(km/h)
Erro
(%)
40 39,6 1,1 41,0 -2,5
60 58,0 3,3 60,9 -1,5
80 78,7 1,6 81,3 -1,7
100 99,7 0,3 101,4 -1,4
120 120,4

.......-0,4

120,3 -0,2

Consumo médio (km/l)

Velocidade real (km/h)

MONZA

SANTANA

40

17,3

18,1

60

14,6

16,3

80

16,4

14,6

100

14,5

12,0

120

12,6

10,0

Média

8,2

8,1

Aceleração (tempo em segundos)

Var. velocidade real (km/h) MONZA SANTANA
.........................0  -  40 2,6 2,8
.........................0  -  60 4,4 5,2
.........................0  -  80 7,3 7,4
0  -  100 10,3 10,6
0  -  120 13,9 15,4

.Velocidade máxima na pista de testes (km/h reais)

  MONZA

SANTANA

Média de 4 passagens 186,7 180,1
Melhor passagem 187,0 181,3

Retomada de velocidade (tempo em segundos)

Var. velocidade real
(km/h)
Marcha
usada
MONZA SANTANA
.................40 - 60 8,4 6,5
.................40 - 80 16,8 13,1
40 - 100 24,9 20,1
40 - 120 32,0 27,1

Espaço de frenagem (metros)

Var. velocidade real (km/h)

MONZA

SANTANA

...40 - 0

7,1

7,2

...60 - 0

17,0

16,2

...80 - 0

29,2

29,6

100 - 0

49,3

46,5

120 - 0

65,6

67,3

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