Página inicial O Clube Fale Conosco Agenda Participe Mapa do site O Monza Chevrolet GM Notícias Shopping
 
Clique aqui para voltar à página inicial do evento
 

"Monza Limousine" (Avallone)

O Monza Limousine esteve presente ao evento do Monza Clube realizado no dia 27/06/2010 no hipermercado Carrefour Tatuapé (av. Salim Farah Maluf, s/nº, Tatuapé, São Paulo-SP).

Confira, a seguir, informações relacionadas ao veículo, publicadas pela revista Quatro Rodas na década de 80, e imagens do Monza Limousine/Avallone quando de sua participação nos eventos do Clube.

Pode ser que você tenha vontade, algum dia, de dirigir o Monza Limousine/Avallone. Não há problema: fora o comprimento _importante nas curvas e na hora de estacionar_, não é muito diferente de dirigir um Monza normal.

Mas o melhor do Monza Limousine/Avallone é mesmo o banco de trás. São 63 centímetros extras de espaço para as pernas. E outros centímetros extras dos lados, porque o banco inteiriço do Monza original foi removido e substituído por duas confortáveis poltronas.

Há lugar para bebidas, aparelhagem de som, telefone, cortinas _conforto e privacidades.

....

Não há, portanto, a menor dúvida de que, ao projetar a transformação, a preocupação da Avallone era o conforto. A substituição do banco único pelas duas poltronas deixa isso bem claro: poltronas de grossa camada de espuma de borracha moldada, que acomoda bem qualquer pessoa. Entre as duas poltronas, no espaço que restou, foi construído um console fixo, em chapa de metal. Nesse console ficam todos os comandos: vidros acionados eletricamente, instalação de som, ar-condicionado. Acima do console, o telefone. Diante das poltronas, nas laterais do carro, estão embutidos _um de cada lado_ dois bares, com lugar para garrafa, recipiente de gelo e copos.

....

Sobre o túnel, no assoalho, ficam os dois assentos de emergência; normalmente, eles estão de pé, mas podem ser basculados para acomodar amigos extras ou para apoiar os pés. O acabamento de todo o compartimento é luxuoso: tem couro natural nos assentos, uma faixa lateral em mogno, carpetes altos. E tudo isso reforçado pelos painéis fono-absorventes cria um ambiente muito agradável. A temperatura, graças ao ar-condicionado, é constante. O nível de ruído é mantido em limites bem reduzidos e adequados ao veículo. As cortinas asseguram a privacidade, caso necessário. Naturalmente, este ambiente interno pode ser modificado à vontade. Tudo depende do gosto do cliente.

Finalmente, o vidro que separa os passageiros do motorista (e eventual acompanhante de segurança) é acionado eletricamente, também a partir do controle central. Com o vidro abaixado, pode-se utilizar a limousine como um veículo normal de quatro portas. Não muito normal, é verdade.

O projeto da Avallone tomou um princípio básico: transformar um sedã em limousine utilizando apenas peças de linha _até onde fosse possível. Isso permitiria maior racionalização na construção e muita facilidade para os clientes na hora de um eventual conserto.

Nada disso seria possível em uma construção artesanal. Assim, as laterais que tornam o Monza maior são, na verdade, outras duas portas traseiras, compradas em qualquer loja de peças de concessionárias General Motors. O teto completo tem a mesma função: alongar o carro.

As borrachas dos vidros são as de série. A Avallone, entretanto, não podia conseguir tudo com essa mesma facilidade. Por isso, o piso e o túnel central são construídos na oficina da empresa, em Interlagos, São Paulo.

....

De qualquer modo, estas duas partes novas da carroceria tinham mesmo de ser especialmente projetadas. Quando se mexe numa estrutura monobloco, como a do Monza, é preciso levar em consideração os esforços de torção a que o conjunto pode ser submetido. Para isso, portanto, a parte que fica abaixo das portas e junto ao teto foram reforçadas: na prática, construiu-se uma gaiola de aço; a divisória entre passageiros e motorista é a parede principal e seu ponto de apoio. Houve, é claro, um aumento de peso _cerca de 100 quilos a mais, em relação ao sedã de série. Mas, como a utilização normal deve ter um passageiro a menos (na verdade, presume-se andar com três pessoas: motorista e dois passageiros), não se julgou necessário modificar a parte mecânica _nem o motor nem a suspensão.

....

Ao volante do Monza Limousine/Avallone, não há muitas surpresas. A visibilidade é praticamente a mesma; a resposta do motor 1.8 a álcool é igual; a mesma sensibilidade da direção (o sistema hidráulico a torna bem leve). O sistema de freios não parece sobrecarregado e atua normalmente, bem como a suspensão, que absorve bem as irregularidades da pista. Sem falar na hora de estacionar, a grande diferença do Monza Limousine em relação ao carro normal é a estabilidade _o que era de se esperar num carro com maior distância entre eixos. A estabilidade aumenta nas curvas de grande raio; e diminui nas curvas fechadas.

Mas, considerando-se que não há qualquer pretensão esportiva, a estabilidade é boa. Naturalmente, o melhor mesmo é viajar atrás e deixar o problema de dirigir para o motorista. Lá atrás, com os vidros fechados e o ar-condicionado em ação, quase sem ruído, perde-se até a noção da velocidade. A impressão é que se roda mais devagar, embora as viagens pareçam curtas. Tudo isso, é claro, foi planejado para poucos. Na verdade, mesmo feito com peças de linha, o Monza Limousine/Avallone é um carro único, quase sob medida.

 
Página inicial O Clube Fale Conosco Agenda Participe Mapa do site O Monza Chevrolet GM Notícias Shopping

Monza Clube do Brasil - Todos os direitos reservados